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Bolsas da Europa oscilam, ainda digerindo decisões de juros
Publicado 19/12/2025 • 14:43 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/12/2025 • 14:43 | Atualizado há 2 meses
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Pixabay
Bolsas da Europa
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (19), em digestão das decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE), além da falta de orçamento na França.
O mercado também monitorou comentários de dirigentes europeus sobre o contínuo ambiente de incertezas por conta de tensões geopolíticas e tarifas.
O índice FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, aos 9.897,42 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,40%, a 24.295,95 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,01%, a 8.151,38 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 0,66%, a 44.757,55 pontos. Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,39%, a 17.199,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 registrou alta de 1,03%, a 8.211,61 pontos.
Depois da decisão de manutenção dos juros pelo BCE, o presidente da Finlândia, Olli Rehn, mencionou que, apesar das recentes surpresas positivas no crescimento, a situação geopolítica e a guerra comercial em curso ainda podem trazer surpresas negativas para a zona do euro.
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No mesmo sentido, o chefe do BC português, Álvaro Santos Pereira, defendeu que ajustes nas taxas de juros dependerão da economia e que o crescimento europeu deveria ser mais forte.
Durante a manhã, o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, afirmou que o Parlamento francês não poderá aprovar um orçamento para o país antes do final do ano por conta da “falta de vontade” de alguns parlamentares de alcançar um acordo. A situação adiciona as tensões no país, que já enfrenta protestos relacionados à agricultura.
Os destaques acionários se concentraram na alemã Puma, que recuou cerca de 3%, e da Adidas, que cedeu cerca de 1%, em reflexo aos resultados trimestrais divulgados pela concorrente americana Nike, que reportou vendas fracas na China.
Após o anúncio de que a Autoridade Italiana da Concorrência encerrou quatro investigações que envolviam a Stellantis, que registrou queda de cerca de 0,8%, e o braço italiano da Volkswagen, que operou perto da estabilidade. Outros papéis do setor de automóveis, como a Ferrari (+1,6%) e a BMW (+0,5%) registraram alta.
Dentre outras notícias do setor corporativo, a espanhola Molins, do setor de construção, anunciou que alcançou um acordo com o grupo de investimento português Semapa (+21,7%) para comprar 100% da Secil Companhia Geral de Cal e Cimento, reforçando a presença na Europa e expandindo o mercado para o Brasil.
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