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Bolsas europeias fecham em alta, impulsionadas pelo setor de siderurgia; Londres bate novo recorde
Publicado 01/10/2025 • 13:51 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 01/10/2025 • 13:51 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Pixabay
Bolsas da Europa
As bolsas da Europa terminaram o pregão desta quarta-feira (1º), em alta, com o índice FTSE 100, de Londres, atingindo mais um recorde histórico.
O movimento foi puxado pelas gigantes do aço, depois de notícias de que a União Europeia pretende reduzir quase pela metade as cotas de importação de aço e subir para 50% as tarifas sobre volumes acima desse limite, seguindo o exemplo das tarifas já aplicadas pelos Estados Unidos e Canadá.
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Em Londres, o FTSE 100 subiu 1,12%, fechando em 9.455,40 pontos. O DAX, de Frankfurt, avançou 1,13%, para 24.149,45 pontos. Já o CAC 40, em Paris, ganhou 1,07%, encerrando aos 7.980,60 pontos. O FTSE MIB, de Milão, teve alta de 0,84%, fechando em 43.082,58 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,42%, indo para 15.546,42 pontos. O PSI 20, de Lisboa, avançou 1,04%, chegando a 8.040,44 pontos. Esses números ainda são preliminares.
As ações da ArcelorMittal dispararam 5,13% em Amsterdã. Em Viena, a Voestalpine teve alta de 5,33%, enquanto a alemã Thyssenkrupp registrou ganhos de 4,84% nesta quarta-feira.
Para o Morgan Stanley, caso esse novo cenário para o aço se confirme, as expectativas do mercado seriam superadas, o que deve garantir um crescimento consistente nos lucros das empresas do setor.
De acordo com Michael Field, da Morningstar, o mercado europeu de ações é hoje o único grande mercado negociando com desconto. Isso deixa a Europa mais atraente e oferece, nas palavras dele, “uma margem de segurança para novos aportes”. Os setores de consumo e saúde, que também estão com preços interessantes, têm tudo para apresentar bons resultados até 2026, acrescenta o analista.
Pela manhã, o setor farmacêutico também chamou a atenção, ainda refletindo as decisões do governo dos EUA para reduzir preços de medicamentos no país. As ações da britânica AstraZeneca subiram 10,55%, enquanto a dinamarquesa Novo Nordisk avançou 6,35%.
No radar dos investidores, está a paralisação do governo dos EUA, que começou de madrugada – a primeira desde 2019. Republicanos e democratas não chegaram a um acordo sobre o orçamento, e com isso o funcionamento da máquina pública foi interrompido.
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