CNBC
Bradesco adquire 50% do Banco John Deere.

Exclusivo CNBC: John Deere reforça peso do Brasil em estratégia global e avança em automação

Bolsa de Valores

Com avanço de petrolíferas, Ibovespa B3 tem forte alta; dólar fecha abaixo de R$ 5,41

Publicado 05/01/2026 • 18:24 | Atualizado há 2 dias

KEY POINTS

  • O Ibovespa B3 teve um pregão de forte recuperação nesta segunda-feira (5), avançando 1.331,07 pontos, alta de 0,83%, para 161.869,76 pontos.
  • O destaque positivo veio das petrolíferas, beneficiadas pelo aumento da tensão geopolítica na Venezuela, após a operação militar dos Estados Unidos no país.
  • O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,34%, cotado a R$ 5,405, após oscilar ao longo do pregão.
Ibovespa B3

Quote Inspector

Ibovespa B3

O Ibovespa B3 teve um pregão de forte recuperação nesta segunda-feira (5), avançando 1.331,07 pontos, alta de 0,83%, para 161.869,76 pontos.

O movimento marcou um dos ganhos mais expressivos do início do ano e refletiu uma combinação de apetite ao risco, recomposição de posições após a volatilidade recente e apoio de setores-chave do índice.

O destaque positivo veio das petrolíferas, beneficiadas pelo aumento da tensão geopolítica na Venezuela, após a operação militar dos Estados Unidos no país. O cenário elevou o prêmio de risco no mercado de petróleo, dando sustentação aos preços da commodity ao longo do dia e ajudando a limitar perdas mais amplas no setor, mesmo com Petrobras (PETR4) fechando em leve queda de 1,53% após oscilações intradiárias.

O tema Venezuela entrou no radar global como fator de suporte estrutural para o petróleo, reforçando a percepção de risco na oferta.

Leia mais:
Com tensões renovadas, ouro e prata tem alta robusta
Situação na Venezuela faz bolsas da Europa baterem recorde; entenda

Entre os pesos-pesados, os bancos também contribuíram para o avanço do índice, com destaque para Bradesco (BBDC4), que subiu 3,84%, ajudando a puxar o Ibovespa B3 para cima em um dia de maior otimismo. Já no setor aéreo, o desempenho seguiu misto: GOL (GOLL54) avançou 0,82%, enquanto Azul (AZUL54) voltou a cair forte, com recuo de 13,16%, mantendo elevada a volatilidade do papel.

Nas maiores altas, apareceram nomes ligados a consumo e construção, como Tenda, Méliuz e João Fortes Engenharia, refletindo busca por ativos mais descontados.

Do lado negativo, C&A, Dasa e Oncoclínicas lideraram as perdas, pressionadas por realização de lucros e sensibilidade ao cenário de juros ainda elevados.

Dólar fecha em queda após oscilações

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,34%, cotado a R$ 5,405, após oscilar ao longo do pregão. Apesar da busca inicial por proteção diante dos eventos na Venezuela, a moeda perdeu força com o aumento do apetite ao risco e a entrada de fluxo para ativos locais.

O real segue apoiado pelo carry trade atrativo, enquanto o mercado acompanha com cautela os desdobramentos geopolíticos e a agenda de dados nos Estados Unidos.

No conjunto, o dia foi marcado por forte recuperação da Bolsa, avanço expressivo em pontos, influência direta do cenário internacional — especialmente petróleo e Venezuela — e um dólar mais comportado, mesmo em um ambiente ainda sensível a riscos externos.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Bolsa de Valores

;