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Bolsas da Ásia fecham em baixa com Oriente Médio, mas petróleo e defesa limitam perdas
Publicado 02/03/2026 • 06:43 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 02/03/2026 • 06:43 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
EUGENE HOSHIKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Homem observa painel eletrônico com cotações do índice Nikkei, no Japão.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira (2), à medida que os ataques dos EUA e de Israel ao Irã abalaram os mercados globais, embora ganhos de ações de petrolíferas e de defesa tenham limitado as perdas na região.
O índice japonês Nikkei caiu 1,35% em Tóquio, a 58.057,24 pontos mas papéis ligados ao setor de defesa como os de Mitsubishi Heavy Industries (+3,61%) e IHI Corp. (+2,97%) avançaram.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng recuou 2,14% em Hong Kong, a 26.059,85 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 1% em Seul, a 6.244,13 pontos, e o Taiex perdeu 0,90% em Taiwan, a 35.095,09 pontos, na volta de um feriado.
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Siga o Times | CNBCNa China continental, o Xangai Composto driblou o mau humor regional e subiu 0,47%, a 4.182,59 pontos, graças a ações de petrolíferas como as de Sinopec e PetroChina, que saltaram cerca de 10% diante da forte reação de alta do petróleo às tensões no Oriente Médio, mas o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0 68%, a 2.744,86 pontos.
Traders apostam que o fornecimento de petróleo do Irã e de outros países do Oriente Médio vai desacelerar ou até parar por completo. Ataques na região – entre eles os disparados contra dois navios que cruzavam o Estreito de Ormuz – têm reduzido as exportações de petróleo para o resto do mundo.
“Cerca de um quinto do fluxo global de petróleo e GNL (gás natural liquefeito) passa pelo Estreito de Ormuz. Não se trata de um canal obscuro. É a aorta do sistema energético global”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em comentário.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou praticamente estável hoje: o S&P/ASX 200 teve alta marginal de 0,03% em Sydney, a 9.200,90 pontos.
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