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Com tensões renovadas, ouro e prata têm alta robusta
Publicado 05/01/2026 • 17:30 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 05/01/2026 • 17:30 | Atualizado há 1 uma semana
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Barras de ouro
O ouro e a prata fecharam em alta robusta nesta segunda-feira (5), refletindo rali mais amplo de metais preciosos, embora ainda distantes de seus maiores níveis históricos.
Investidores repercutem possível risco geopolítico global após operação dos Estados Unidos na Venezuela para depor Nicolás Maduro, enquanto tensões persistem no Leste Europeu e no Oriente Médio.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 2,82%, a US$ 4.451,5 por onça-troy (cerca de R$ 24.051,46, na cotação atual). Já a prata para março saltou 7,94%, a US$ 76,66 por onça-troy (R$ 414,20).
Os metais preciosos avançavam desde a madrugada, mas ampliaram força durante a sessão, apesar dos ganhos significativos de ativos de risco em mercados acionários ao redor do globo, sustentado majoritariamente por ações ligadas a energia, defesa e bancos.
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Analista do Forex.com, Fawad Razaqzada pondera que a captura de Maduro renovou a busca por segurança, mas que os fatores “bullish” que levaram o ouro e outros metais a recordes podem se tornar menos dominantes no longo prazo.
Para a Capital Economics, a retomada da Venezuela ao espectro político dos EUA pode ser interpretada de muitas formas, considerando que o movimento tira a posição do país como aliado mais seguro da China e da Rússia na América Latina. Alguns investidores leem o movimento como potencial escalada nas pressões militares e políticas sobre Pequim, principalmente em relação ao disputado território de Taiwan.
Ainda, a Ucrânia relatou que ataques da Rússia deixaram dois mortos em Kiev, em meio ao andamento de negociações de paz. No Oriente Médio, Israel atacou alvos no Líbano e o premiê, Benjamin Netanyahu, ameaçou o Irã, afirmando que não permitirá a retomada do seu programa de mísseis balísticos.
Estrategista-chefe de Investimentos no Saxo Bank, Charu Chanana avalia que os ganhos dos mercados acionários e ativos de segurança apontam como tensões geopolíticas se tornaram a norma, e não mais uma surpresa, mantendo o foco dos investidores sobre dados econômicos até que ocorram choques amplos na oferta ou nas condições financeiras.
As ações financeiras também subiram, com Wall Street apostando em uma economia forte nos EUA este ano. As ações do grande banco Goldman Sachs e do banco regional U.S. Bancorp saltaram 3,7% e 2,9%, respectivamente.
Entre outros metais, a platina para abril avançou 6,94%, a US$ 2.285,20 (R$ 12.347,15), e o paládio para março teve alta de 4,38%, a US$ 1.765,60 (R$ 9.539,70).
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