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Nova bolsa de valores, Base Exchange, no RJ, planeja romper o monopólio; veja entrevista com CEO
Publicado 01/04/2026 • 08:04 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 01/04/2026 • 08:04 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O Rio de Janeiro vai se tornar a sede de uma nova bolsa de valores no país. A Base Exchange, segundo o CEO Cláudio Pracownik, vai oferecer tecnologia moderna, liquidez e preços mais justos. A expectativa é que a nova bolsa esteja em operação em 2027.
“Vai ser uma nova bolsa do Brasil e para os investidores do mundo inteiro”, afirmou Pracownik, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, ressaltando que a Base Exchange vai manter sede administrativa no Rio, mas atuará para investidores de todo o país e do exterior.
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Sobre as diferenças em relação à B3, bolsa de valores brasileira sediada na cidade de São Paulo, Pracownik destacou que a Base Exchange terá foco em inovação e velocidade. “Nós nos propomos a trazer mais inovação, tecnologia de ponta, maior rapidez, preços mais justos. O que a concorrência traz é liberdade de escolha”, disse.
A Base Exchange pretende oferecer aos investidores alternativas como novos tipos de ordem e produtos financeiros, além de sistemas de liquidação mais rápidos. “A nossa intenção é ser uma bolsa mais ágil para quem busca velocidade e inovação, com preços mais justos, aumentando a liquidez do mercado como um todo, beneficiando inclusive a própria B3”, afirmou.
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Segundo Pracownik, a tecnologia da Base Exchange é 100% proprietária e desenvolvida sem sistemas legados, diferentemente da B3, que surgiu de fusões e aquisições. “Somos muito mais leves e muito mais atualizados em tecnologia. É a luta de Davi contra Golias”, disse, ao se referir à competição com o atual monopolista do mercado.
A Base Exchange aguarda aprovações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Central, responsáveis pela habilitação da bolsa e do sistema de clearing. “A nossa expectativa é conseguir essas certificações ainda este ano, mas a operação efetiva deve começar provavelmente no ano que vem, após integração tecnológica com custodiantes, corretoras e investidores”, explicou.
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