Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ouro e prata fecham em alta com tensão entre EUA e Irã e expectativa sobre o Fed
Publicado 24/07/2026 • 15:17 | Atualizado há 56 minutos
ALERTA DE MERCADO:
Ações da TIM ganham força e operam em alta antes de novo relatório financeiro
Claude Opus 5, novo modelo de IA da Anthropic, rivaliza com o Fable 5 e é mais barato
Trump impõe novas tarifas “abrangentes” a 60 parceiros comerciais após o vencimento de tarifas globais temporárias
Pentágono reduz número oficial de mortos na guerra contra o Irã
Tesla cai 14,5% e Alphabet recua 7,1% com preocupação sobre retorno dos investimentos em IA
Ataque hacker da OpenAI à Hugging Face desencadeia projeto de lei do “interruptor de segurança da IA” no Congresso dos EUA
Publicado 24/07/2026 • 15:17 | Atualizado há 56 minutos
KEY POINTS
Pixabay
Ouro
Os contratos do ouro e da prata encerraram o pregão desta sexta-feira (24) em alta e recuperaram parte das perdas registradas na sessão anterior. O movimento foi impulsionado principalmente pelas preocupações dos investidores com os impactos da guerra entre Estados Unidos e Irã, além das expectativas em torno dos próximos passos do Federal Reserve (Fed) sobre a política de juros americana.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o contrato mais líquido do ouro para agosto avançou 0,51% e fechou a US$ 4.070,8 por onça-troy. Com a valorização do dia, o metal acumulou alta semanal de 1,3%.
A prata para setembro também terminou o dia no campo positivo, com alta de 1,47%, encerrando a sessão a US$ 58,906 por onça-troy. Na semana, o metal acumulou valorização de 4,6%.
Leia mais: Bolsas europeias fecham em alta com alívio no Oriente Médio e avanço das ações de tecnologia
O principal ponto de atenção do mercado permanece nos efeitos do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre os preços do petróleo, especialmente diante dos possíveis impactos inflacionários provocados por uma eventual elevação dos custos de energia. Os investidores avaliam como esse cenário pode influenciar a próxima decisão de juros do Federal Reserve.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA trajetória da política monetária americana segue no centro das atenções, já que juros mais elevados reduzem a atratividade do ouro, um ativo que não oferece rendimento. Segundo a Capital Economics, os dados de inflação considerados benignos em junho deram ao Fed maior margem para acompanhar a evolução dos preços nos próximos meses.
Caso as pressões inflacionárias permaneçam elevadas, o banco central americano poderá iniciar um ciclo de aperto monetário com uma alta de 25 pontos-base em setembro. Essa possibilidade já estaria amplamente precificada pelos mercados após a recuperação do petróleo WTI para níveis acima de US$ 90 por barril.
A expectativa predominante é de que o Fed mantenha os juros inalterados na próxima semana. No entanto, cresceram as apostas em uma postura mais rígida da autoridade monetária diante da alta dos preços de energia e da persistência das preocupações com a inflação.
Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote, a combinação entre energia mais cara e uma possível política monetária mais restritiva tende a continuar favorecendo o dólar. Esse cenário deve permanecer enquanto o mercado aguarda sinais de estabilização da situação no Oriente Médio.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
iPhone 18 Pro: quanto vai custar o novo celular da Apple?
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
Dell aposta em notebooks gamer extremos com novos Alienware
4
Sócios da Naskar são presos por fraudes de R$ 900 milhões contra investidores
5
Prudential coloca operação brasileira à venda; negócio pode superar US$ 3 bilhões