CNBC
Amazon

CNBCAmazon dispara 9% após superar expectativas de receita e acelerar o crescimento de sua unidade de nuvem

Ouro

Ouro sobe após Fed manter sinal de cautela sobre política monetária

Publicado 30/07/2026 • 15:52 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Ouro sobe 1,58% após decisão do Fed e dólar mais fraco favorecerem metais.
  • Mercado avalia possível flexibilização monetária com inflação desacelerando nos EUA.
  • Divergência no Fed aumenta incertezas sobre os próximos passos dos juros.
ouro

Unsplash

Ouro

O ouro encerrou o pregão desta quinta feira (30) em alta, impulsionado pela reação dos mercados à decisão de juros do Federal Reserve (Fed), divulgado na quarta-feira (29).

Os investidores acompanharam a manutenção das taxas pela autoridade monetária americana e as declarações do presidente do banco central, Kevin Warsh, sobre a condução da política monetária em meio as pressões inflacionárias.

A divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE) dos Estados Unidos também influenciou o desempenho dos metais. O indicador avançou menos do que o esperado, reforçando a percepção de que o Fed pode adotar uma postura mais flexível.

Leia mais: Bolsas da Europa fecham em alta com PIB da zona do euro e balanços positivos

Com a expectativa de uma política monetária menos restritiva, o dólar perdeu força e contribuiu para a valorização do ouro.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto subiu 1,58% e encerrou a sessão a US$ 4.100,1 por onça-troy. A prata para setembro também avançou, com alta de 1,6%, fechando a US$ 59,017 por onça-troy.

O Fed manteve a taxa de juros inalterada pela quinta reunião consecutiva. A decisão porém, não foi unânime, o que ampliou as incertezas sobre os próximos passos da instituição.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Três dos 12 integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) votaram a favor de uma elevação dos juros, sob o argumento de que a economia segue em expansão e a inflação permanece acima da meta oficial de 2%.

A divergência registrada na decisão foi a maior desde a reunião de setembro de 2016. Kevin Warsh afirmou que o PCE continua como o principal indicador de referência para a meta de inflação do Fed, mas destacou que a instituição também considera um conjunto mais amplo de dados econômicos.

Os dados recentes dos Estados Unidos mostram que o PCE de junho ficou em linha com as expectativas do mercado, Já o núcleo do indicador, que exclui itens mais voláteis, avançou menos do que o previsto.

Leia mais: Bolsas asiáticas fecham em baixa mesmo após anúncio de lucro da Samsung

A primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apontou desacelerações do crescimento da economia americana, enquanto os pedidos semanais de auxílio-desemprego ficaram abaixo das projeções, indicando resiliência do mercado de trabalho.

Segundo avaliação da consultoria Capital Economics, a alta mensal de 0,13% do núcleo do deflator do PCE em junho, abaixo do esperado, tende a ser bem recebida pelo Fed.

A consultoria, no entanto, destacou que o impacto foi limitado, já que a inflação anual recuou apenas de 3,4% para 3,3%, mantendo uma distância relevante até o retorno à meta de 2% do banco central americano.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Ouro