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Volta às aulas 2026: veja como gastar menos com o material escolar
Publicado 03/01/2026 • 07:15 | Atualizado há 3 dias
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Publicado 03/01/2026 • 07:15 | Atualizado há 3 dias
KEY POINTS
Foto: Freepik
Volta às aulas 2026: veja como reduzir o custo do material escolar
A compra de material escolar, que costuma se concentrar entre dezembro e janeiro em todo o País, segue como um dos principais desafios financeiros das famílias brasileiras.
Com preços elevados e listas extensas, o planejamento se tornou essencial para quem quer reduzir gastos em 2026 sem comprometer a rotina de estudos.
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Confira a segui 6 dicas para reduzir o custo do material escolar 2026:
Antes de ir às compras, a recomendação é simples, olhar o que já tem em casa. Mochilas, estojos, réguas, lápis e até cadernos com folhas em branco podem ser reaproveitados. Essa revisão inicial ajuda a evitar compras por impulso e reduz o volume de itens realmente necessários.
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Organizar a lista por categorias também facilita o controle. Materiais básicos, como lápis, canetas e cadernos, devem vir antes de itens específicos, exigidos por determinadas disciplinas, e de produtos tecnológicos ou acessórios opcionais.
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Outro ponto de atenção é a lista enviada pela escola. Nem tudo o que aparece nela precisa, de fato, ser comprado. Pela legislação brasileira, materiais de uso coletivo, como papel higiênico, copos descartáveis e produtos de limpeza, não podem ser repassados às famílias.
As necessidades variam conforme a fase de ensino. No ensino fundamental, predominam itens como lápis, borracha, apontador, cadernos, lápis de cor, tesoura sem ponta, mochila e estojo.
No ensino médio, ganham espaço as canetas esferográficas, cadernos universitários ou fichários, calculadoras e marcadores de texto.
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Já no ensino superior, a lista tende a ser mais personalizada, podendo conter:
Materiais específicos de cada curso passam a ser considerados, sempre de acordo com a rotina do estudante.
Antes mesmo de sair às compras, é recomendado estabelecer um teto de gastos para o material escolar. Definir um valor máximo ajuda a evitar compras por impulso, facilita a comparação de preços e mantém o orçamento sob controle.
Com esse limite em mente, os pais conseguem priorizar os itens realmente essenciais da lista e adiar ou substituir produtos que encarecem a compra sem trazer ganhos reais para o dia a dia do aluno.
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Ferramentas simples, como planilhas ou aplicativos financeiros, ajudam a acompanhar os gastos e evitam que o total ultrapasse o limite planejado.
Entre as principais dicas estão a antecipação e a pesquisa de preços, comprar materiais ainda no segundo semestre do ano anterior, especialmente em períodos promocionais como a Black Friday, costuma garantir valores mais baixos do que os praticados em janeiro.
Papelarias de bairro também podem ser boas aliadas, em muitos casos, oferecem descontos para pagamentos à vista ou condições especiais para compras maiores.
O cartão de crédito pode ser um aliado, desde que usado com planejamento. Parcelar compras de maior valor, como mochilas e livros, ajuda a diluir o impacto no orçamento mensal.
Programas de pontos e cashback também podem trazer retorno financeiro ao longo do ano, quando usados de forma estratégica.
A recomendação é concentrar no crédito apenas o que é essencial e evitar parcelamentos longos para itens de consumo rápido, garantindo que o início do ano letivo não se transforme em endividamento prolongado.
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A compra de material escolar em 2026 exige atenção redobrada das famílias, mas não precisa ser sinônimo de aperto financeiro.
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