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Bloqueio do Ormuz ameaça fornecimento de petróleo para a Ásia e compradores buscam alternativas
Publicado 01/03/2026 • 20:44 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 01/03/2026 • 20:44 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Reuters
O cenário de guerra no Oriente Médio atingiu o coração da economia global neste domingo (1). Mohsen Rezaee, membro do alto conselho consultivo do Irã, anunciou que o comércio pelo Estreito de Ormuz está suspenso até novo aviso.
A medida é uma resposta drástica aos ataques coordenados de EUA e Israel e conta com o alerta do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) sobre os riscos extremos de navegação na região. O bloqueio impacta a artéria por onde fluem diariamente 20 milhões de barris de petróleo, o equivalente a cerca de 20% do consumo mundial.
As economias do Leste e Sul da Ásia são as mais vulneráveis à paralisia, dada a profunda dependência do óleo iraniano e das rotas do Golfo.
A China, maior importadora mundial de petróleo, atingiu recordes de estocagem em dezembro, o que pode servir de amortecedor temporário.
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O Japão enfrenta uma situação crítica, uma vez que 90% de suas importações vêm do Oriente Médio. Empresas japonesas já suspenderam operações na zona de conflito.
A Índia possui reservas estratégicas para apenas 20 dias e o governo indiano busca acelerar a substituição de fontes, tentando equilibrar o suprimento entre o petróleo russo e outras alternativas.
A Coreia do Sul apresenta maior resiliência interna, com estoques garantidos para 7 meses, mas refinarias já avaliam rotas alternativas.
Embora a Opep+ sinalize um aumento na produção para compensar a ausência do Irã, o gargalo não é apenas de extração, mas de transporte. A insegurança marítima está desacelerando o fluxo de petroleiros globalmente, o que deve impulsionar os preços do barril nas próximas horas.
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