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Bolsas da Ásia fecham sem sinal, com novas sanções dos EUA sobre China e aperto do BoJ no radar
Publicado 15/01/2025 • 07:16 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 15/01/2025 • 07:16 | Atualizado há 1 ano
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Bolsas de Nova York
As bolsas da Ásia fecharam sem sinal nesta quarta-feira, com os índices majoritariamente em baixa diante de incerteza global.
Na China, a persistência de preocupações com o crescimento local e novas sanções dos EUA sobre empresas chinesas pesaram sobre as negociações. No Japão, falas do presidente do Banco do Japão (BoJ, em inglês), Kazuo Ueda, ampliaram expectativa por alta dos juros em breve, em detrimento dos mercados acionários.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,43%, a 3.227,12 pontos, marcando seu maior ganho porcentual dos últimos dois meses, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 0,8%, a 1.901,14 pontos.
As ações chinesas terminaram o pregão em baixa, apesar de sinais de autoridades locais de suporte para a economia. O Banco do Povo da China (PBoC, em inglês) injetou liquidez em um valor próximo de máximas históricas no sistema bancário local para atender à demanda por dinheiro antes do feriado de Ano Novo Lunar. Investidores esperam ainda possível corte na taxa de compulsório bancário, em preparativo também para possíveis efeitos do retorno de Donald Trump à presidência dos EUA.
Ainda entre as bolsas da Ásia, em Hong Kong, o Hang Seng teve alta modesta de 0,34%, a 19.286,07 pontos, limitado pelo forte declínio do grupo Zijin Mining (-5,9%). O grupo minerador chinês está incluso nas novas sanções anunciadas pelos EUA contra importações de 37 empresas chinesas por “preocupações com trabalho forçado”.
No Japão, a pressão sobre o mercado acionário veio de novas sinalizações do BoJ sobre possível aperto monetário em breve. Em declarações hoje, Ueda reiterou que o assunto será discutido na semana que vem e autoridades do governo japonês reafirmaram apoio à condução de política monetária do BC. Os comentários impulsionaram a valorização do iene e de rendimentos soberanos (JGBs em inglês), em detrimento dos ativos de risco. Em Tóquio, o índice Nikkei teve leve baixa de 0,08%, a 38.444,58 pontos.
Em outras partes da Ásia, o índice Kospi fechou em queda marginal de 0,02%, a 2.496,81, em Seul, após o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, ter sido preso por autoridades e dados mostrarem aumento da taxa de desemprego ao maior nível dos últimos três anos em dezembro. Já o Taiex caiu 1,24%, a 22.514,57 pontos.
Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 teve queda de 0,22% em Sydney, a 8.213,30 pontos.
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