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Bolsas de Nova York caem com pressão sobre techs e cautela do Fed
Publicado 24/09/2025 • 18:36 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 24/09/2025 • 18:36 | Atualizado há 1 ano
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Bolsas de Nova York
As bolsas de Nova York ampliaram as perdas do dia anterior e encerraram em baixa nesta quarta-feira (24), puxadas pela desvalorização das ações de tecnologia diante das dúvidas sobre a viabilidade dos altos gastos em inteligência artificial.
O cenário também foi impactado pelo tom cauteloso de dirigentes do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, que vive um momento de tensão com a Casa Branca.
O índice Dow Jones perdeu 0,37% e fechou aos 46.121,28 pontos. O S&P 500 terminou o dia em queda de 0,28%, aos 6.637,97 pontos. Já o Nasdaq recuou 0,33%, encerrando aos 22.497,86 pontos.
Segundo o Deutsche Bank, existe uma preocupação crescente com o risco de uma bolha em inteligência artificial, especialmente se a Nvidia (-0,82%) estiver apostando demais em investimentos feitos por seus próprios clientes para manter o ritmo de crescimento da receita.mais em investimentos feitos por seus próprios clientes para manter o ritmo de crescimento da receita.
O acordo recente entre a fabricante de chips e a OpenAI também repercutiu: para o Bank of America, o anúncio representa uma tentativa da Nvidia de aumentar suas margens de lucro e o fluxo de caixa livre, entrando em um “ciclo virtuoso de crescimento futuro”.
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Siga o Times | CNBCNo embalo da queda da Nvidia, a Apple terminou o dia em baixa de 0,83%, enquanto a Alphabet recuou 1,80%. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta quarta-feira (24) que o governo americano pode ampliar investimentos em outras empresas além da Intel (+6,41%).
A declaração veio após relatos de que a administração dos EUA avalia adquirir até 10% de participação na Lithium Americas (+95,6%). Entre outros destaques, as ações da Freeport-McMoRan despencaram 16,95%, a Micron Technology caiu 2,82% e o recibo de ações da Alibaba subiu 8,22%.
Bessent, no entanto, disse ter ficado surpreso com o tom considerado moderado de Jerome Powell e avaliou que o presidente do Fed deveria ter sinalizado um corte acumulado entre 100 e 150 pontos-base (de 1 a 1,5 ponto percentual) nas próximas reuniões de 2025 e 2026.
Na visão de Bessent, os juros americanos continuam bastante altos e precisam ser reduzidos. Esses comentários colaboraram para pressionar ainda mais os mercados ao longo do dia
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