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China expressa “gratidão” após três navios atravessarem o Estreito de Ormuz
Publicado 31/03/2026 • 15:40 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 31/03/2026 • 15:40 | Atualizado há 1 hora
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O tráfego pelo estreito desacelerou drasticamente desde que o Irã bloqueou efetivamente o acesso após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país.
Pequim expressou “gratidão” nesta terça-feira (31) pela coordenação que permitiu que três navios chineses atravessassem o Estreito de Ormuz, a crucial via marítima que o Irã praticamente fechou durante a guerra no Oriente Médio.
Dois dos navios, pertencentes à gigante estatal de transporte marítimo Cosco, passaram pelo estreito ao sair do Golfo na manhã de segunda-feira (30), segundo dados do monitor MarineTraffic.
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Um terceiro navio, um petroleiro e transportador de produtos químicos com bandeira de Hong Kong chamado Egret, cruzou anteriormente, em 25 de março, navegando de leste para oeste, de acordo com a empresa de análise marítima Kpler.
“Após coordenação com as partes relevantes, três embarcações chinesas transitaram recentemente pelo Estreito de Ormuz”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, em entrevista coletiva. “Expressamos nossa gratidão às partes envolvidas pela assistência prestada”, afirmou.
Ela não mencionou o Irã nem especificou quem participou dos esforços de coordenação. O tráfego pelo estreito desacelerou drasticamente desde que o Irã bloqueou efetivamente o acesso após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país.
Os dois navios da Cosco — CSCL Indian Ocean e CSCL Arctic Ocean — são porta-contêineres de ultra grande porte. Eles passaram próximos à ilha iraniana de Larak e têm como destino Port Klang, na Malásia.
Segundo o MarineTraffic, as embarcações haviam abortado uma tentativa de travessia na sexta-feira. A Cosco se recusou a comentar sobre as travessias quando procurada pela AFP.
O Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está aberto a navios de “países amigos” e mantém relações diplomáticas saudáveis com a China.
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A Cosco informou na quarta-feira que está retomando reservas para envios da Ásia a vários países do Golfo, embora sem utilizar rotas que passem pelo Estreito de Ormuz.
A empresa, com sede em Xangai, havia suspendido reservas para serviços que atravessam o estreito no início de março devido à guerra.
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