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Durigan diz que missão é evitar repasse da guerra aos preços no Brasil
Publicado 26/03/2026 • 13:55 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 26/03/2026 • 13:55 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a orientação de evitar que os efeitos da guerra no Irã sejam repassados aos preços no Brasil, especialmente para as famílias. Segundo ele, o governo atua para conter impactos inflacionários provocados pelo cenário externo.
Durigan citou medidas já adotadas, como a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação de combustíveis, com o objetivo de reduzir a pressão sobre os preços do diesel e outros derivados.
O ministro também afirmou que está em negociação com governadores para ampliar o apoio ao setor e disse que pretende cobrar uma resposta na sexta-feira (27) a uma proposta apresentada pela equipe econômica. “Já apresentei proposta e vou cobrar amanhã para que a gente aumente o apoio para importação de diesel e mantenha nosso País soberano em termos de abastecimento”, declarou.
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Segundo Durigan, o governo busca proteger caminhoneiros, consumidores e famílias dos efeitos de um conflito externo. “Estamos protegendo nossos caminhoneiros, as famílias e o consumidor de uma guerra que não foi causada por nós”, afirmou.
Ele reiterou que a determinação de Lula é clara: “garantir que o preço que a guerra vai impor ao mundo e ao Brasil não chegue às famílias”, disse, durante visita à fábrica da Caoa, em Anápolis (GO).
No evento, Durigan foi apresentado por Lula aos presentes, prática que tem sido repetida em agendas públicas do presidente ao lado do novo ministro.
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Siga o Times | CNBCAo comentar sua atuação à frente da Fazenda, Durigan afirmou que pretende tornar mais visíveis os resultados econômicos do governo, citando avanços atribuídos a Lula, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin.
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“Precisamos evidenciar esses ganhos”, disse o ministro, ao mencionar indicadores como inflação sob controle, crescimento econômico e aumento do emprego.
Ele também destacou o desempenho do agronegócio, com crescimento das safras acompanhado de redução do desmatamento, como exemplo de políticas combinadas.
Por fim, Durigan defendeu o aumento da produtividade da indústria brasileira, afirmando que isso permitirá melhores condições de trabalho. “Nosso País precisa de produtividade, inovação e eficiência”, concluiu.
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