Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Europa tenta assumir protagonismo na crise e mira paz no Oriente Médio e rota de Ormuz
Publicado 24/04/2026 • 17:04 | Atualizado há 2 meses
Família de deputada americana deve lucrar milhares de dólares com estreia histórica da SpaceX na bolsa
Queda do bitcoin reacende debate sobre investimento e reforça cautela de especialistas
EXCLUSIVO CNBC: Irã vai disputar Copa do Mundo nos EUA apesar de tensão militar, diz Gianni Infantino
Ações de luxo disparam com proposta de acordo entre EUA e Irã
De startup a US$ 1,8 trilhão: investidores que apostaram na SpaceX colhem ganhos históricos
Publicado 24/04/2026 • 17:04 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A União Europeia busca ampliar sua influência na crise do Oriente Médio e pretende atuar diretamente nas negociações para estabilizar a região. A sinalização foi dada nesta sexta-feira (24) pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, após reunião informal de líderes do bloco no Chipre.
Segundo Costa, o bloco não está envolvido militarmente no conflito, mas quer participar das saídas diplomáticas. “A União Europeia não faz parte do conflito, mas fará parte da solução”, afirmou.
A declaração ocorre no mesmo dia em que o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, voltou a criticar aliados europeus, ao dizer que Washington não conta com ajuda da Europa e que o bloco depende mais do Estreito de Ormuz do que os próprios norte-americanos.
Costa classificou como positivos os recentes cessar-fogos entre Estados Unidos e Irã e entre Israel e Líbano, mas ressaltou que a estabilidade depende do compromisso real dos envolvidos. “Todas as partes devem agir de boa-fé para alcançar a paz”, declarou.
Leia também: EXCLUSIVO CNBC: CEO da Dow diz que gargalo no Estreito de Ormuz pode levar vários meses para ser resolvido
Entre as prioridades imediatas da UE, ele citou a retomada da liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, a consolidação de uma trégua duradoura e a prevenção de avanço nuclear iraniano. “Não pode haver um Oriente Médio estável com um Irã nuclear”, disse.
O dirigente europeu informou que a UE intensificou contatos diplomáticos com líderes da Jordânia, Líbano, Síria, Egito e países do Conselho de Cooperação do Golfo.
Também afirmou que, sob liderança da França e em coordenação com o Reino Unido, uma coalizão com mais de 50 países prepara uma missão defensiva multilateral para restaurar a navegação em Ormuz quando houver segurança operacional.
Costa alertou que o conflito já produz reflexos econômicos relevantes sobre o continente europeu.
Leia também: Exportadores do Golfo correm por rotas alternativas ao Estreito de Ormuz
Segundo ele, a alta dos preços dos combustíveis fósseis vem reduzindo o crescimento econômico e pressionando diretamente famílias e empresas.
O presidente do Conselho Europeu disse ainda que a Comissão Europeia apresentou medidas para enfrentar a crise e que novas respostas coordenadas poderão ser adotadas.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GoogleNo horizonte de longo prazo, Costa defendeu acelerar investimentos em fontes limpas produzidas internamente para reduzir dependência externa e ampliar a segurança energética do bloco.
Ele também afirmou que os líderes europeus discutiram o próximo orçamento plurianual da UE e mantiveram a meta de concluir um acordo até o fim do ano.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
Instagram apresenta instabilidade nesta sexta-feira; usuários relatam falhas de acesso
2
Quando será o sorteio da Quina de São João? Veja data e prêmio
3
Corte italiana avalia constitucionalidade de decreto que limitou dupla cidadania
4
IPO histórico: SpaceX estreia com alta de 24% na Nasdaq e ultrapassa US$ 2 trilhões em valor de mercado
5
Copasa precifica oferta a R$ 49 e Equatorial garante fatia de 30% na privatização