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Secretário de Defesa dos EUA sobre o Estreito de Ormuz: “Não há motivo para preocupação”
Publicado 13/03/2026 • 09:28 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 13/03/2026 • 09:28 | Atualizado há 1 mês
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Reprodução
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Peter Hegseth, defende ofensiva de Trump em pronunciamento a imprensa.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, minimizou nesta sexta-feira as preocupações de que o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, provocado pela guerra com o Irã e responsável por impulsionar os preços do petróleo, continue sendo um problema por muito mais tempo para os EUA e para o resto do mundo.
“Temos lidado com isso e não precisamos nos preocupar”, disse Hegseth durante uma coletiva de imprensa no Pentágono.
O secretário criticou reportagens da imprensa que afirmavam que os militares dos Estados Unidos não tinham um plano para reabrir o Estreito de Ormuz antes do início do conflito.
Leia também: Petróleo fecha em tombo de 11% com relato de liberação do Estreito de Ormuz e maior oferta da commodity
“Nós planejamos para isso. Reconhecemos isso”, afirmou Hegseth a um repórter que perguntou por que o Pentágono não havia se preparado para a possibilidade de o estreito ser bloqueado ao tráfego.
“No fim das contas, queremos fazer isso de forma sequencial, da maneira que faça mais sentido para o que queremos alcançar.”
Nem Hegseth nem o presidente do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, disseram como os Estados Unidos pretendem reabrir o estreito ao tráfego de petroleiros e outras embarcações.
Na manhã de quinta-feira, o secretário de Energia, Chris Wright, disse à CNBC que a Marinha dos EUA ainda não está pronta para escoltar petroleiros pela região. Horas depois, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou à Sky News que a Marinha americana — possivelmente junto a uma coalizão internacional — começará a escoltar navios pelo estreito assim que for “militarmente possível”.
Leia também: Interrupção em Ormuz aumenta risco para energia, fertilizantes e economias vulneráveis
Questionado sobre quando o Estreito de Ormuz voltaria a ser aberto ao tráfego, Hegseth respondeu na sexta-feira: “A única coisa que está impedindo o trânsito no estreito neste momento é o Irã atirando contra navios”.
“Esse não é um estreito que vamos permitir que permaneça contestado ou sem fluxo de mercadorias”, acrescentou.
Caine, ao ser perguntado sobre a remoção de minas marítimas instaladas pelo Irã no Estreito de Ormuz, afirmou: “Mantemos uma série de opções para resolver uma ampla variedade de problemas”.
A falta de detalhes por parte de Hegseth e Caine — tanto sobre uma possível solução para o fechamento do estreito quanto sobre um cronograma — ocorre no momento em que a RBC Capital Markets afirmou, em nota divulgada nesta sexta-feira, que “há um ceticismo significativo de que um serviço robusto de escolta de petroleiros pela Marinha dos EUA esteja operacional em breve, devido a limitações de capacidade e ao fato de que as capacidades militares ampliadas do Irã representarão um desafio maior do que o enfrentado pelos EUA durante as Guerras dos Petroleiros na década de 1980”.
O relatório também afirmou que um seguro de US$ 20 bilhões promovido pela U.S. International Development Finance Corp. para incentivar petroleiros e outras embarcações comerciais a voltar a transitar pelo estreito “também não está gerando muito entusiasmo”, já que cobre apenas cerca de 22 milhas das rotas marítimas dentro do estreito — e não as águas ao redor — além de não oferecer cobertura para vítimas ou danos ambientais.
“Acima de tudo, chama a atenção o fato de que vários analistas de segurança baseados em Washington parecem trabalhar com prazos mais longos do que os participantes do mercado que estão fora do Beltway”, escreveu Helima Croft, chefe de estratégia global de commodities e pesquisa para Oriente Médio e Norte da África da RBC.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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