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Endrick não é titular por causa da New Balance? Patrocínio do jogador alimenta teoria nas redes envolvendo a Seleção e a Nike

Publicado 14/06/2026 • 16:01 | Atualizado há 34 minutos

KEY POINTS

  • O Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo, e a ausência de Endrick durante toda a partida gerou forte repercussão entre torcedores.
  • Nas redes sociais, surgiu a teoria de que o pouco espaço do atacante estaria ligado ao seu contrato com a New Balance, marca da qual ele é embaixador global e principal rosto no futebol.
  • O debate resgatou antigas discussões sobre a influência de patrocinadores na Seleção Brasileira, embora não exista evidência pública de que marcas interfiram nas decisões de escalação da equipe.

O empate do Brasil por 1 a 1 com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo gerou críticas ao desempenho da equipe e abriu espaço para um debate que rapidamente ganhou força nas redes sociais: a ausência de Endrick. Mesmo após marcar o gol da vitória brasileira sobre o Egito no último amistoso antes do Mundial, o atacante não saiu do banco de reservas durante toda a partida.

A decisão de Carlo Ancelotti chamou atenção porque o treinador optou por escalar Igor Thiago entre os titulares e utilizou Matheus Cunha ao longo do confronto. Questionado sobre a falta de oportunidades para Endrick, o técnico evitou comentar casos individuais e preferiu analisar o desempenho coletivo da Seleção.

A situação alimentou uma teoria entre torcedores nas redes sociais. Parte dos internautas passou a relacionar o pouco espaço de Endrick ao fato de o atacante ser um dos principais nomes da New Balance no futebol mundial.

O jogador recusou propostas mais lucrativas de concorrentes para se tornar rosto global da marca e possui um contrato de longo prazo que inclui participação nos resultados de sua própria linha de produtos, em um modelo frequentemente comparado ao acordo histórico de Michael Jordan com a Nike.

A especulação também resgatou um debate antigo sobre a influência das grandes fornecedoras de material esportivo na Seleção Brasileira. Em 1996, veio a público um contrato entre Nike e CBF que previa obrigações relacionadas a amistosos, escolha de adversários e utilização de jogadores titulares.

Embora não exista atualmente nenhuma cláusula pública semelhante, torcedores apontam que a presença dominante de atletas patrocinados por Nike, Adidas e Puma reforça as dúvidas sobre o peso comercial das marcas no futebol de elite.

Não há qualquer evidência de que patrocinadores influenciem as escalações da Seleção Brasileira ou as decisões da comissão técnica. Ainda assim, a ausência de Endrick em uma partida na qual o Brasil teve dificuldades ofensivas foi suficiente para reacender discussões sobre a relação entre interesses comerciais e escolhas esportivas.

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Enquanto o debate cresce fora de campo, Endrick segue como um dos jogadores mais populares entre os torcedores brasileiros. O atacante acompanhou a estreia diretamente do banco de reservas e agora aguarda uma nova oportunidade de atuar no Mundial, possivelmente já na próxima partida contra o Haiti.

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