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Minas submarinas: conheça o arsenal iraniano que pressiona o petróleo mundial
Publicado 13/03/2026 • 13:48 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/03/2026 • 13:48 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O Estreito de Ormuz vive um momento de tensão crescente com a intensificação da ofensiva do Irã, que bloqueou a passagem estratégica. A rota é vital para o escoamento de petróleo, responsável por cerca de 20% das exportações globais, e o fechamento representa uma demonstração de poder do país contra Estados Unidos e Israel.

O Irã dispõe de diferentes tipos de minas submarinas para controlar a região:
Minas de flutuação e superfície: de tecnologia antiga, explodem ao menor contato, sem distinguir o tipo de embarcação. Normalmente posicionadas em partes costeiras, elas se movem junto a corrente marítima.
Ancoradas/ Minas de contato: posicionadas no fundo do mar, detonam apenas sob alta pressão, atingindo navios petroleiros, mas poupando embarcações leves.
Minas com foguetes: computadorizadas, identificam alvos específicos, evitando explosões em navios não estratégicos, disparando projeteis para superficie.
As minas navais são armas de baixo custo e fácil reposição. Estima-se que o Irã possua entre 2 mil e 6 mil unidades deste arsenal, reforçando sua capacidade de pressão estratégica na região.
Dados de instituições especializadas apontam que o gasto militar anual do Irã ficou em cerca de US$ 7,9 bilhões em 2024, segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Pesquisa da Paz), mas esse número possa ser subestimado devido a mecanismos de financiamento fora do orçamento oficial.
Quando o Irã anunciou que iria fechar o estreito, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse iria monitoram a região e destruir qualquer embarcação usada para minar o Estreito de Ormuz. Após o anuncio, em diversas publicações, o Centro de Comando Americano divulgou vídeos atacando navios supostamente iranianos.
Leia mais:
Secretário de Defesa dos EUA sobre o Estreito de Ormuz: “Não há motivo para preocupação”
Guarda Revolucionária do Irã promete ‘golpes severos’ e reforça bloqueio do Ormuz
Já nesta última quinta-feira (12), Donald Trump publicou em suas redes sociais que a Marinha iraniana foi “dizimada”. Além disso, disse que é uma honra estar matando o Irã. O momento geopolítico destaca uma crescente tensão entre os países, e esse movimento está afetando diretamente o preço do petróleo.

O Brent, principais referências mundiais de preço para o petróleo bruto, já superou US$ 100, e está em U$ 99,69 mas segue em volatilidade por conta do conflito.
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