Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Dólar fecha em leve alta a R$ 5,08 com queda do petróleo; mercado aguarda comunicado do Copom
Publicado 03/08/2026 • 18:14 | Atualizado há 1 hora
Ações da Snap disparam 10% após resultados acima do esperado e previsão de vendas robusta
25 estados americanos processam governo Trump por nova rodada de tarifas globais
‘A Odisseia’ impulsiona ações da Imax a um recorde histórico; CEO chama esse impulso de “ciclo virtuoso”
Amazon supera US$ 3 trilhões em valor de mercado após balanço acima das expectativas
ChatGPT domina primeiros gastos com I.A no Congresso dos EUA enquanto parlamentares discutem regulação
Publicado 03/08/2026 • 18:14 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O dólar à vista fechou a primeira sessão de agosto em leve alta de 0,33%, cotado a R$ 5,0870. O movimento respondeu à queda de cerca de 5% dos preços do petróleo, em meio aos anseios pela retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.
O avanço tímido da divisa norte-americana ante o real ainda reflete algum ajuste após a intervenção no iene na última semana, em operação que envolveu o Banco do Japão (BoJ) e o Tesouro dos Estados Unidos. Esta foi a primeira intervenção dos EUA no iene desde 2011.
Depois de oscilar entre mínima de R$ 5,0535 e máxima de R$ 5,0902, o dólar à vista terminou o dia a R$ 5,0870. No ano, a moeda norte-americana acumula queda de 7,32% frente ao real.
“A taxa de câmbio tem respondido muito aos preços de commodities que o Brasil exporta. A extensão desse movimento de queda dos preços de petróleo influencia, em boa medida, o câmbio por aqui”, resume o economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo.
Além disso, o economista cita o fluxo cambial total de 20 a 24 de julho, negativo em US$ 1,065 bilhão (R$ 5,43 bilhões), conforme informou o Banco Central na última semana. “Não é nada grave, mas não costuma acontecer com frequência”, observa.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNo cenário doméstico, investidores assimilaram o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, que mostrou redução da projeção para a taxa Selic no fim do ano, de 14% para 13,75%, após cinco meses de estabilidade. “Esse movimento também tem contribuído para a redução dos juros futuros, tanto na ponta curta quanto na ponta longa”, diz o economista.
Para o diretor de Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, uma série de moedas registrou comportamentos mistos, a exemplo do iene, ainda digerindo a intervenção sobre a moeda na semana passada. Já quando se observa o comportamento do real frente a outros pares emergentes, ele avalia que o movimento “está em linha”. “O real se valorizou frente ao peso chileno e está mais estável ante o peso mexicano há um tempo. Em um contexto global, o juro elevado limita a desvalorização do real”, afirma.
Às 17h18, o dólar futuro para setembro subia 0,03%, para R$ 5,1185. O índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a outras seis divisas fortes, também avançava 0,03%. Galhardo, da Análise Econômica, considera que o DXY ficou “praticamente de lado” no pregão desta segunda-feira, à espera de um eventual novo acordo entre Estados Unidos e Irã.
Agora, o mercado está em compasso de espera para o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) de quarta-feira, uma vez que a expectativa majoritária dos analistas é de mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, levando a Selic para 14% ao ano.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Mega-Sena acumula e prêmio principal sobe para R$ 135 milhões
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
Sorteio da Mega-Sena neste domingo pode pagar até R$ 100 milhões
4
O que acontece se a Braskem entrar em recuperação judicial? Entenda os próximos passos
5
O que explica a saída da Prudential do Brasil?