Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
O que irá acontecer com o preço da gasolina quando o tráfego do Estreito de Ormuz reabrir?
Publicado 17/06/2026 • 09:02 | Atualizado há 4 semanas
Executivos de chips descartam freio na IA e veem demanda “quase ilimitada”
Aliado de Trump, senador Lindsey Graham morre aos 71 anos
“Funflation” chega às salas de estar: ficar em casa já não é a opção mais barata de lazer
Às vésperas da temporada de balanços, uma anomalia chama a atenção do mercado
De “booksmaxxing” a “looksmaxxing”: por que tendências virais preocupam especialistas em saúde mental
Publicado 17/06/2026 • 09:02 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Foto: Unsplash
A reabertura do Estreito de Ormuz reduz parte das preocupações do mercado global de energia, mas não deve provocar uma queda rápida nos preços dos combustíveis.
Embora os Estados Unidos e o Irã tenham aprovado um memorando para restabelecer totalmente a navegação na região, analistas avaliam que a maior interrupção no fornecimento de petróleo da história continuará impactando o mercado de energia por vários meses, de acordo com a Fortune.
Nos últimos três meses, o mercado global perdeu cerca de 2 bilhões de barris de petróleo. Durante esse período, países consumidores recorreram às reservas estratégicas, produtores reduziram a extração e milhares de navios-tanque precisaram mudar de rota.
Agora, mesmo com a reabertura da passagem marítima, o setor enfrenta o desafio de reorganizar toda a cadeia de abastecimento.
Leia também: Trump: Estreito de Ormuz estará totalmente aberto em até 60 dias
Segundo a Capital Economics, o mercado deve recuperar aproximadamente 80% dos fluxos de energia até o fim do terceiro trimestre. No entanto, a volta à normalidade pode se estender até 2027.
Durante a crise, empresas deslocaram muitos petroleiros para outras regiões, e essas embarcações agora precisarão retornar ao Oriente Médio para restabelecer as operações. Além disso, persistem dúvidas sobre os custos dos seguros marítimos e sobre as condições de segurança no estreito.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCOutro fator que pode limitar quedas nos preços é a necessidade de recompor estoques. Diversos países consumiram reservas estratégicas para compensar a redução da oferta e agora deverão voltar às compras.
A China será observada de perto pelos mercados. Antes do conflito com o Irã, o país acumulou grandes reservas de petróleo e, segundo analistas, ajudou a conter os preços durante a crise ao liberar parte desses estoques.
Leia também: Petróleo despenca após acordo entre EUA e Irã e reabertura do Estreito de Ormuz
Apesar da interrupção na produção em alguns momentos da crise, analistas da Oxford Economics afirmam que não houve danos significativos às principais instalações petrolíferas da região.
Dessa forma, o principal gargalo não está na capacidade de produzir petróleo, mas sim no transporte marítimo, nos seguros e na confiança operacional.
Por isso, mesmo com o Estreito de Ormuz reaberto, a oferta de energia do Golfo deve continuar restrita por vários meses, limitando a possibilidade de quedas mais acentuadas nos preços dos combustíveis.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Como uma Copa do Mundo mudou a carreira de Vozinha em poucas semanas?
2
Brasil conclui 45% do maior programa de internet por fibra em rios do mundo
3
Inglaterra anula Haaland e bate a Noruega; Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e times se enfrentam nas semifinais da Copa
4
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
5
Brasil deve fechar 2026 como 10ª economia mundial, longe da 5ª posição prevista há 15 anos