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EUA avaliam proposta do Irã para reabrir Estreito de Ormuz
Publicado 28/04/2026 • 15:05 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 28/04/2026 • 15:05 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Reprodução
Estreito de Ormuz
Os Estados Unidos analisam nesta terça-feira (28) a mais recente proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, praticamente paralisado desde o início da guerra no Oriente Médio.
A passagem é considerada estratégica para o mercado global de energia. Em tempos de paz, cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo e gás passa pelo estreito.
As negociações entre Washington e Teerã para encerrar o conflito ainda não avançaram. A guerra, marcada por um duplo bloqueio no Estreito de Ormuz, pressionou a economia global em meio à alta dos preços da energia.
O plano em discussão prevê que o Irã reduza o controle sobre o estreito e que os Estados Unidos retirem o bloqueio sobre portos iranianos. As conversas mais amplas, incluindo o programa nuclear do Irã, continuariam em paralelo, segundo a plataforma Axios.
Leia também: Trump afirma que Irã teria informado estar em ‘colapso’ e pedido reabertura de Ormuz aos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu na segunda-feira (27) com seus principais assessores de segurança para discutir a proposta iraniana. Ele indicou que é pouco provável que aceite o plano, embora o secretário de Estado, Marco Rubio, tenha afirmado que a proposta era “melhor” do que imaginavam.
Trump disse na rede Truth Social que os iranianos pediram a reabertura do estreito “o mais rápido possível”.
Do lado iraniano, o governo afirmou que “os Estados Unidos já não estão em condições de ditar sua política às nações independentes”, segundo a televisão estatal, que citou o porta-voz do Ministério da Defesa, Reza Talaei-Nik.
Washington precisa aceitar que chegou a hora de “abandonar suas exigências ilegais e irracionais”, acrescentou.
O Parlamento iraniano prepara uma lei para colocar o Estreito de Ormuz sob autoridade das Forças Armadas. Pelo texto, navios israelenses seriam proibidos de passar pela região, e os pedágios teriam de ser pagos em riais iranianos.
“Não podemos tolerar que os iranianos tentem instaurar um sistema em que eles decidam quem pode utilizar uma via marítima internacional e quanto é preciso pagar-lhes para usá-la”, disse Rubio.
O secretário também afirmou que os Estados Unidos querem garantir que “qualquer negócio que se faça, qualquer acordo que se alcance, seja um que os impeça definitivamente de partir em busca de uma arma nuclear”.
Em meio à alta dos preços da energia, os Emirados Árabes Unidos anunciaram que deixarão a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a aliança Opep+ a partir de 1º de maio para proteger seu “interesse nacional”.
Segundo uma fonte próxima ao Ministério da Energia, Abu Dhabi tomou a decisão porque não quer ficar sujeita a cotas quando a situação no Estreito de Ormuz se normalizar. O país já vinha manifestando divergências dentro do cartel liderado pela Arábia Saudita.
Leia também: Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em baixa com incertezas entre EUA e Irã
Com as negociações em ponto morto, o Catar alertou para o risco de o conflito no Golfo se tornar “congelado”. A guerra foi desencadeada por ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.
“Temos muitas cartas que ainda não jogamos”, disse à televisão estatal o porta-voz do Exército iraniano, Amir Akraminia. Segundo ele, “as forças armadas e o povo iraniano (…) podem continuar com esta guerra a longo prazo”.
Na frente libanesa, Israel ordenou novas evacuações em cidades do sul do Líbano, área posteriormente bombardeada, segundo a agência oficial libanesa NNA. O chanceler israelense, Gideon Saar, afirmou que o país “não tem ambições territoriais no Líbano”.
Apesar da trégua em vigor desde 17 de abril, Israel e Hezbollah trocaram ataques e se acusam mutuamente de violar o cessar-fogo.
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