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Harvard processa Trump por cortes de financiamento federal dos EUA
Publicado 21/04/2025 • 19:09 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 21/04/2025 • 19:09 | Atualizado há 1 ano
Universidade de Harvard, nos EUA, vem em batalha contra o governo Trump
Foto de Grace DuVal / Divulgação
A Harvard processou o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, nesta segunda-feira (21), em uma escalada acentuada da luta entre a prestigiosa universidade e o republicano, que ameaçou seu financiamento e buscou impor supervisão política externa.
Trump tem procurado controlar várias universidades de prestígio devido a alegações de que toleram o antissemitismo nos campi, ameaçando seus orçamentos, status de isenção de impostos e a matrícula de estudantes estrangeiros, mas Harvard se recusou a ceder.
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“Este caso envolve os esforços do Governo para usar a retenção de financiamento federal como alavanca para obter controle da tomada de decisões acadêmicas em Harvard”, disse a universidade da Ivy League em uma ação judicial apresentada em um tribunal federal de Massachusetts, que nomeou várias outras instituições visadas por Trump.
“As ações do Governo desprezam não apenas a Primeira Emenda, mas também leis e regulamentos federais”, disse a queixa, que chamou as ações de Trump de “arbitrárias e caprichosas”.
Trump e sua equipe da Casa Branca justificaram publicamente sua campanha contra as universidades como uma reação ao que dizem ser “antissemitismo” descontrolado e à necessidade de reverter programas de diversidade destinados a abordar a opressão histórica de minorias.
O governo alega que os protestos contra a guerra de Israel em Gaza, que varreram os campi universitários dos EUA no ano passado, estavam repletos de antissemitismo.
Muitas universidades dos EUA, incluindo Harvard, reprimiram os protestos devido às alegações na época, com a instituição sediada em Cambridge colocando 23 estudantes em liberdade condicional e negando diplomas a outros 12, de acordo com os organizadores dos protestos.
Outras instituições, incluindo a Universidade de Columbia, cederam a demandas menos abrangentes do governo Trump, que alega que a elite educacional é muito de esquerda.
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