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Juízes ordenam recontratação de funcionários demitidos por Trump
Publicado 14/03/2025 • 08:15 | Atualizado há 2 anos
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Publicado 14/03/2025 • 08:15 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
REUTERS/Carlos Barria
Dois juízes federais dos Estados Unidos proferiram decisões na última quinta-feira (13), exigindo que a administração do presidente Donald Trump recontrate milhares de trabalhadores do governo que haviam sido desligados após processos de demissões em massa. A avaliação dos juízes é que as demissões de funcionários que estavam em período probatório desrespeitaram a legislação.
O governo de Trump contesta as decisões. A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, descreveu a postura dos juízes como uma tentativa de invadir o poder do presidente de contratar e demitir funcionários.
“A administração Trump lutará imediatamente contra essas ordens absurdas e inconstitucionais,” disse Leavitt, em um comunicado.
A alegação do juiz distrital William Alsup, de São Francisco (Califórnia), é que as demissões realizadas em seis agências federais foram coordenadas pelo Escritório de Gestão de Pessoal e por um diretor interino do órgão que não tinha autoridade para atuar nesse caso.
Já em Baltimore, o juiz distrital James Bredar constatou que o governo não seguiu as condições para demissões em grande escala, como o aviso prévio de 60 dias.
Pelo menos 24 mil funcionários em estágio probatório foram demitidos desde que Trump assumiu o cargo, no dia 20 de janeiro, de acordo com a decisão de Bredar. O governo não confirma o número de dispensas.
A Casa Branca argumenta que os Estados não têm o direito de tentar influenciar a relação do governo federal com os próprios trabalhadores. Os advogados do Departamento de Justiça argumentaram que as dispensas foram por questões de desempenho, e não demissões em larga escala sujeitas a regulamentos específicos.
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Siga o Times | CNBCA Casa Branca não retornou um pedido de comentário sobre o assunto.
Fonte: Associated Press.
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