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Maduro é levado a tribunal em NY após invasão na Venezuela
Publicado 05/01/2026 • 10:10 | Atualizado há 3 dias
Publicado 05/01/2026 • 10:10 | Atualizado há 3 dias
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Nicolás Maduro foi transferido horas antes da audiência marcada para as 14h (horário local) no Tribunal Distrital Federal de Manhattan. Segundo o The New York Times, ele e a esposa, Cilia Flores, foram levados do Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, para um tribunal federal em Lower Manhattan, a cerca de oito quilômetros de distância.
Durante a audiência inicial, Maduro será formalmente informado sobre as acusações, terá seus direitos apresentados e será questionado sobre como se declara, culpado ou inocente. O caso está sob responsabilidade do juiz Alvin K. Hellerstein, magistrado veterano com quase três décadas de experiência.
A expectativa é que o juiz decrete a prisão preventiva de Maduro até a realização do julgamento, prevista apenas para mais de um ano.
Leia mais: Intervenção dos EUA na Venezuela derruba preço do petróleo
Maduro, Cilia Flores e outros quatro homens são acusados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de crimes como tráfico internacional de cocaína e narcoterrorismo. Entre os denunciados está um filho de Maduro, cujo paradeiro permanece desconhecido. As acusações são resultado de uma investigação conduzida pela Administração de Combate às Drogas (DEA).
Até o julgamento, o ex-presidente venezuelano permanecerá detido no MDC do Brooklyn, uma das maiores unidades prisionais federais dos EUA, conhecida por abrigar presos de alta notoriedade enquanto aguardam julgamento. A prisão também é alvo frequente de críticas por condições precárias de funcionamento.
Leia mais: Após a prisão de Nicolás Maduro, quem governa a Venezuela agora?
A transferência de Maduro ocorre poucos dias após a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada na madrugada de 3 de janeiro, que resultou na captura do então presidente em Caracas. Washington afirmou que a ação teve como objetivo restaurar a ordem democrática, combater o narcotráfico e retomar o controle de infraestruturas estratégicas, especialmente no setor energético.
A ofensiva provocou forte reação internacional e reacendeu o debate sobre soberania nacional, direito internacional e o papel dos Estados Unidos no Hemisfério Ocidental. Países aliados de Caracas classificaram a ação como uma invasão, enquanto Washington sustentou que a operação foi conduzida com base em acusações criminais e em riscos à segurança regional.
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