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Mais da metade dos venezuelanos aprova ação militar dos EUA que capturou Nicolás Maduro

Publicado 14/01/2026 • 10:51 | Atualizado há 4 semanas

KEY POINTS

  • Mais da metade da população venezuelana apoia a ação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro.
  • Os dados são do levantamento Latam-Wide, divulgado nesta quarta-feira (14) pela AtlasIntel.
  • Segundo o estudo, 57,7% dos venezuelanos aprovam a atuação dos Estados Unidos no país.

REUTERS/Adam Gray

O presidente venezuelano capturado, Nicolás Maduro, é escoltado enquanto se dirige ao Tribunal Federal dos Estados Unidos Daniel Patrick Moynihan, em Manhattan, para uma audiência inicial a fim de responder a acusações federais nos EUA, incluindo narco-terrorismo, conspiração, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, entre outras, no heliporto de Downtown Manhattan, na cidade de Nova York, EUA, em 5 de janeiro de 2026.

A ação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro tem o apoio da maioria da população venezuelana, de acordo com levantamento Latam-Wide divulgado nesta quarta-feira (14) pela AtlasIntel.

Segundo o estudo, 57,7% dos venezuelanos aprovam a atuação dos Estados Unidos no país. Outros 20,9% disseram desaprovar a iniciativa, enquanto 21,4% afirmaram não saber ou preferiram não responder.

A percepção positiva também aparece quando o tema é o futuro do país. Para 56,6% dos entrevistados da Venezuela, a operação tende a contribuir para o restabelecimento da democracia na Venezuela. Apenas 10,3% disseram não acreditar nesse desfecho.

Questionados sobre as condenações internacionais à intervenção, classificadas por diferentes governos como uma violação da soberania venezuelana, 41,5% dos entrevistados disseram discordar dessa avaliação. Para esse grupo, a soberania do país estaria, na prática, comprometida pela necessidade de derrubar o que consideram um “regime ditatorial que usurpou o poder”.

O levantamento também testou preferências sobre a liderança política do país em um cenário pós-Maduro. A líder opositora María Corina Machado aparece à frente, com 51,6% das menções, contra 13,7% da vice-presidente Delcy Rodríguez, que assumiu a presidência de forma interina após a captura de Maduro. Outros 17,9% disseram não preferir nenhuma das duas, e 16,8% não souberam responder.

As declarações do presidente Donald Trump sobre os interesses comerciais dos Estados Unidos na Venezuela também foram alvo da pesquisa. Para 57,7% dos entrevistados venezuelanos, as falas não geram incômodo, sob a avaliação de que a atuação econômica americana pode trazer benefícios ao país.

Em contrapartida, 20,5% disseram se sentir incomodados e defendem que as declarações sejam condenadas por sugerirem uma exploração da Venezuela e de sua população.

O levantamento ouviu 11.285 pessoas na América Latina, além de latino-americanos residentes nos Estados Unidos e no Canadá, por meio de recrutamento digital aleatório, entre 5 e 11 de janeiro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, nas respostas da Venezuela, e de um ponto percentual nos demais países.

* Esta matéria considera exclusivamente as respostas dos entrevistados venezuelanos.

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