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Manter estilo de vida de bilionário ficou mais caro no último ano
Publicado 11/01/2026 • 19:45 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 11/01/2026 • 19:45 | Atualizado há 3 horas
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Manter o estilo de vida no topo da pirâmide financeira tornou-se consideravelmente mais caro no último ano. De acordo com o mais recente levantamento da Forbes, o Cost of Living Extremely Well Index (CLEWI) (o índice de preços ao consumidor focado em bilionários) registrou uma alta de 5,5% em 2025. O número é mais que o dobro da inflação média global para o público geral, que fechou o ano em 2,7%.
Apesar do encarecimento de bens e serviços ultraluxuosos, o patrimônio acumulado pelos 3.148 bilionários do mundo atingiu o recorde de US$ 18,7 trilhões. Com uma fortuna média individual de US$ 5,9 bilhões, o crescimento patrimonial desse grupo acompanhou de perto a alta do índice de custo de vida, garantindo a manutenção do consumo de altíssimo padrão.
Um dos maiores saltos registrados pelo CLEWI ocorreu no mercado de cavalos puro-sangue. No leilão Keeneland September, o preço médio de um potro de um ano disparou 22,6%, atingindo quase US$ 650 mil (aproximadamente R$ 3,4 milhões). O movimento foi impulsionado pelo One Big Beautiful Bill Act, legislação do governo Trump que consolidou a dedução fiscal de 100% no primeiro ano de propriedade de cavalos de corrida, transformando o lazer em um abrigo tributário eficiente.
O setor de transporte e lazer também sentiu a pressão dos preços. O custo de um jato particular Bombardier Global 7500 subiu para US$ 80 milhões (R$ 429 milhões), enquanto veleiros de luxo como o Oyster 595 tiveram alta de 7%, chegando a US$ 4,16 milhões (R$ 22,3 milhões). “A propriedade é cada vez mais movida pela experiência; os clientes buscam explorar o mundo”, afirma Stefan Zimmermann Zschocke, CEO da Oyster Yachts.
A inflação foi particularmente agressiva no setor de serviços personalizados e alta gastronomia. Ingressos para ópera, jantares em restaurantes três estrelas como o Le Bernardin (+5%) e itens de luxo como o caviar Ossetra (+9%) pressionaram a cesta de consumo.
Os serviços de concierge, responsáveis por organizar desde voos privados até safáris exclusivos, viram suas assinaturas anuais saltarem para US$ 200 mil (R$ 1 milhão). Segundo Steve Edo, CEO da Pure Entertainment, a disposição para pagar preços premium cresceu na Europa e no Oriente Médio, onde valores mais altos são frequentemente percebidos como selo de qualidade superior.
Nem todos os itens da “cesta básica” bilionária sofreram reajustes. Camisas sob medida da Turnbull & Asser e lençóis de cetim Frette mantiveram os preços de 2024. O icônico Rolls-Royce Phantom também permaneceu estável, custando cerca de US$ 600 mil (R$3,2 milhões).
Curiosamente, um serviço essencial registrou queda de preço: o de gerente de propriedades (estate manager) na região de San Francisco. Com a saída de muitos ultra-ricos da Califórnia e a não retomada de profissionais após a pandemia, o salário médio para o cargo caiu para US$ 380 mil anuais (R$ 2 milhões), uma retração de 5% frente ao ano anterior.
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