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Mercado reage à tarifa de 10% dos EUA; veja como ficaram as bolsas europeias
Publicado 24/02/2026 • 18:08 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 24/02/2026 • 18:08 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
Foto: Reuters
Mercado reage à tarifa de 10% dos EUA; veja como ficaram as bolsas europeias
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar novas tarifas sobre países do exterior. A prática de tributação se tornou algo comum durante o segundo mandato do republicano. Em 2025, Trump chegou a tarifar o Brasil em 50%, mas após conversas diplomáticas, a tarifa foi retirada.
Na última semana, o presidente americano anunciou novas tarifas de 15% sobre produtos vendidos ao exterior. Mais tarde, a Suprema Corte dos EUA derrubaria a decisão, alegando que o presidente não possui o poder de decidir tarifas internacionais sem antes passar por aprovação, segundo a Reuters.
Leia também: Da bolsa aos juros: como a incerteza das novas tarifas de Trump mexeram no mercado
Mesmo com a interferência da Suprema Corte, Donald Trump seguiu o argumento de taxação global em 10%, ameaçando um aumento de até 15%. As novas medidas do americano refletiram diretamente nas bolsas de valores ao redor do mundo.
No Brasil, a proibição por parte da Suprema Corte foi responsável pela queda no dólar, R$ 5,15 na cotação atual, em uma época de alta histórica da B3, a bolsa de valores brasileira. Entretanto, em outros países, a notícia não levou a bons números ou resultados positivos.

Apesar da redução, até o momento, das novas tarifas de Donald Trump, a porcentagem já foi o suficiente para causar uma queda na abertura das bolsas europeias. O índice europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,5% com a maioria das ações da bolsa no negativo.
Apesar da queda “baixa”, o número já pode representar um aumento de tensão nas questões diplomáticas envolvendo os países da Europa e os Estados Unidos. Entretanto, após a abertura em queda, a Stoxx 600 conseguiu estabilizar o índice da bolsa.
O índice alemão DAX caiu 1,1%, liderando as perdas entre os principais mercados europeus. A Alemanha é historicamente sensível a tensões comerciais por conta do peso de suas exportações industriais, especialmente nos setores automotivo.
Entre os setores, as ações industriais foram as mais penalizadas. O segmento recuou 1,6%, refletindo o temor de que novas barreiras comerciais ou o aumento de tarifas por parte de Trump possam atingir diretamente exportadoras europeias.
Leia também: Tarifa de 15% anunciada por Trump derruba Wall Street; bancos e software lideram perdas
Mesmo com a redução e corte das tarifas de Donald Trump pela Suprema Corte, o indicativo de novas tarifas por parte do presidente americano gera incertezas por parte dos investidores. O histórico de taxações por parte do governo americano acende um alerta sobre possíveis embates diplomáticos, o que afeta diretamente os preços das exportações.
Além disso, há preocupação de que uma eventual retaliação por parte de parceiros comerciais possa intensificar a volatilidade nos mercados financeiros, elevar a inflação e dificultar decisões. Na última segunda-feira (23), a União Europeia adiou a votação sobre os acordos comerciais com os EUA após as ameaças de Donald Trump.
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