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Mesmo em crise, China diz que parceria com a Venezuela segue intacta no petróleo

Publicado 05/01/2026 • 11:07 | Atualizado há 2 dias

KEY POINTS

  • A China reafirmou que manterá a cooperação petroleira com a Venezuela em 2026, independentemente da captura de Nicolás Maduro pelos EUA.
  • O governo de Xi Jinping classificou a operação militar como uma violação do direito internacional e exigiu a libertação imediata de Maduro e sua esposa.
  • Pequim declarou que seus interesses energéticos no país vizinho são protegidos por lei e levará o debate ao Conselho de Segurança da ONU hoje.
Guerra Comercial entre Estados Unidos e China

Guerra Comercial entre Estados Unidos e China

Cido Coelho/Times Brasil | CNBC/Imagem gerada por IA

A China afirmou nesta segunda-feira (5) que sua disposição de aprofundar a cooperação com a Venezuela, inclusive no setor de petróleo, “não mudará independentemente de como a situação no país evolua”. Em coletiva de imprensa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, declarou que Pequim mantém “comunicação e cooperação positivas” com o governo venezuelano e seguirá atuando com base nesses canais oficiais.

Os comentários foram feitos em meio ao agravamento da crise diplomática após a operação militar conduzida pelos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores.

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O porta-voz acrescentou que os interesses chineses na Venezuela “serão protegidos pela lei”, ao comentar especificamente sobre a área de energia e as exportações de petróleo.

No domingo, o Ministério das Relações Exteriores da China já havia expressado “grave preocupação” com a ação americana, afirmando que a captura de Maduro com uso de força “viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”.

Pequim pediu que Washington “garanta a segurança pessoal” de Maduro e Flores e que “os liberte imediatamente”.

Ainda segundo o ministério, os EUA devem “parar de derrubar o governo da Venezuela e resolver as questões por meio do diálogo e da negociação”. A crise será discutida hoje em reunião do Conselho de Segurança da ONU, convocada para tratar dos desdobramentos da operação dos EUA na Venezuela.

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