Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Mesmo sob sanções, Venezuela seguirá exportando petróleo aos EUA
Publicado 07/01/2026 • 13:38 | Atualizado há 5 meses
Anthropic supera a OpenAI como a startup de IA mais valiosa
CVS recua, volta a cobrir Zepbound e amplia disputa entre Eli Lilly e Novo Nordisk
CEO da Ferrari defende preço de US$ 640 mil do primeiro carro totalmente elétrico da marca
Jamie Dimon diz que JPMorgan pode gastar até R$ 101 bilhões em aquisições
Semicondutores, aéreas e varejo: veja as ações que lideram em Wall Street nesta quarta (27)
Publicado 07/01/2026 • 13:38 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Venezuela enviará petróleo sancionado aos Estados Unidos por tempo indefinido, segundo fontes próximas à Casa Branca.
O presidente Donald Trump afirmou que Venezuela entregará entre 30 milhões e 50 milhões de barris de petróleo sancionado, que serão vendidos a preços de mercado.
Mas esses 50 milhões de barris são apenas a primeira tranche, e os embarques continuarão por tempo indeterminado, disseram fontes à CNBC. As sanções dos EUA serão retiradas de forma seletiva como parte do acordo.
Trump afirmou na terça-feira que Venezuela entregará entre 30 milhões e 50 milhões de barris de petróleo sancionado, que serão vendidos a preços de mercado.
“Esse dinheiro será controlado por mim, como Presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado para beneficiar o povo da Venezuela e dos Estados Unidos”, disse Trump em uma postagem nas redes sociais.
Leia também: Petróleo venezuelano bloqueado por sanções pode ser refinado nos EUA
Os 50 milhões de barris são apenas a primeira tranche, e os embarques continuarão por tempo indefinido, segundo as fontes. As sanções dos EUA contra a Venezuela serão retiradas de forma seletiva para permitir o transporte e a venda do petróleo nos mercados globais.
Os recursos obtidos com as vendas serão liquidados em contas controladas pelos Estados Unidos, com o dinheiro sendo liberado de volta à Venezuela a critério do governo americano.
O secretário de Energia, Chris Wright, confirmou o plano durante uma conferência do Goldman Sachs, em Miami.
Leia também: Venezuela responde por menos de 1% do mercado mundial de petróleo
“Vamos comercializar o petróleo bruto que sai da Venezuela. Primeiro esse petróleo represado, armazenado, e depois, de forma indefinida, daqui para frente, venderemos a produção que sair da Venezuela para o mercado”, afirmou.
Antes, o petróleo sancionado iria principalmente para a China, mas agora será redirecionado aos Estados Unidos. Trump disse que navios de armazenamento transportarão o petróleo diretamente para os terminais de recebimento no país.
Venezuela, membro fundador da OPEP, tem as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, mas produz cerca de 800 mil barris por dia, segundo dados da consultoria Kpler. Os Estados Unidos produzem atualmente cerca de 13,8 milhões de barris diários.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GoogleLeia também: EUA apreendem petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela no Atlântico
Trump deixou claro que o investimento dos EUA no setor petrolífero da Venezuela é um objetivo central da ação militar que destituiu o presidente Nicolás Maduro. O presidente convocou grandes petroleiras americanas a reconstruir a infraestrutura energética do país, do poço aos oleodutos, embora as empresas tenham permanecido em grande parte em silêncio.
O secretário Wright deve se reunir com executivos do setor para discutir a Venezuela durante a conferência.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Mais lidas
1
Bombardier apresenta em SP jato mais rápido do mundo; fila de espera é de 2 anos e custo de US$ 85 mi
2
Copasa: recuo da oferta no dia do anúncio com as propostas já na mesa é ‘mais sério do que ajuste de cronograma’
3
Mais de 200 empresas brasileiras migram para o Paraguai e reduzem custos em até 40%
4
Quanto Santos, Flamengo, Palmeiras e Corinthians podem faturar com a Copa do Mundo 2026?
5
Sob pressão, Inter vê remuneração de executivos virar alvo de investidores