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Morre aos 93 anos Beatriz González, uma das maiores artistas contemporâneas da América Latina
Publicado 10/01/2026 • 19:06 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 10/01/2026 • 19:06 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Alfonso Ángel/Acervo Beatriz González
Beatriz González, em 1968, em frente à obra 'Los Suicidas del Sisga', em foto de Alfonso Ángel
Morreu na sexta-feira (9), a pintora colombiana Beatriz González, uma das artistas mais influentes da arte contemporânea na América Latina e uma das fundadoras do Museu de Arte Moderna de Medellín (MAMM). A causa da morte não foi revelada.
Usando o contexto histórico e social de seu país como inspiração González tornou-se uma das figuras mais importantes da arte na Colômbia. Seu trabalho mesclou arte, poesia e crítica social, questionando a cultura popular e de massa. De cortinas a cômodas e mesas de centro, suas obras são marcadas por cores vibrantes e distintas, com traços característicos.
Dentre suas obras mais conhecidas estão Los Suicidas del Sisga (1965), Decoración de Interiores (1981), Auras Anónimas (2007-2009), Ay, Jerusalem (1969) e Señor presidente, qué honor estar con usted en este momento histórico (1987).

Também em destaque, a obra “Sueño dorado (Meditácion) segue como a obra mais cara já vendida por González, alcançando um total de US$ 139 mil (cerca de R$ 746 mil), em um leilão em 2023.
O Museu de Arte Moderna em Medellín comunicou que “lamentamos profundamente o falecimento da mestra Beatriz González (1932-2026), uma das fundadoras do MAMM e figura central na construção da modernidade crítica na América Latina”, em publicação no X (antigo Twitter).
Segundo o MAMM, González fez parte do grupo de intelectuais, artistas e empresários que, na década de 70, impulsionou a criação do museu, sob o argumento de que a cidade colombiana precisava de um espaço com pensamento disruptivo.
“Sua trajetória tem sido uma bússola para a nossa instituição. Sua abordagem, definida por ela mesma como um ‘Pop de província’ desafiou as hierarquias da arte acadêmica ao integrar a estética popular”, ressaltou a instituição.

A Pinacoteca de São Paulo também lamentou o falecimento. Em uma publicação no Instagram, o museu relembrou a primeira exibição do trabalho de González no Brasil durante a sua participação na 11ª Bienal de São Paulo, em 1971.
Ela ficou quatro décadas sem retornar ao País até a abertura da exposição “Beatriz González: a imagem em trânsito”, atualmente em cartaz na Pinacoteca de São Paulo com mais de 100 trabalhos produzidos desde a década de 1960. As obras estão expostas em sete salas do edifício Pina Luz.
“A Pinacoteca se solidariza com familiares, amigos e admiradores da artista, certa de que sua obra deixa um legado fundamental para a História da Arte”, destacou o museu.
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