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Dólar sobe a R$ 5,12 com petróleo em queda e aposta em novos cortes da Selic
Publicado 28/07/2026 • 17:48 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 28/07/2026 • 17:48 | Atualizado há 3 meses
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Notas de dólar
O dólar à vista fechou em alta nesta terça-feira (28), mesmo com o enfraquecimento da moeda americana no exterior, após uma nova queda do petróleo reduzir o suporte ao real e o IPCA-15 abaixo do esperado reforçar as apostas em novos cortes da Selic.
A moeda americana avançou 0,20%, a R$ 5,1223, depois de oscilar entre a mínima de R$ 5,1097 e a máxima de R$ 5,1301 ao longo da sessão.
Às 17h03, o contrato de dólar futuro para agosto subia 0,14%, a R$ 5,1260.
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A nova queda do petróleo pesou sobre a moeda brasileira. Como o Brasil é exportador da commodity, preços mais baixos tendem a reduzir a entrada de recursos ligada às vendas externas e enfraquecer os termos de troca do país.
O movimento repetiu a dinâmica observada no pregão anterior, quando o recuo do barril também favoreceu a valorização do dólar diante do real.
O mercado também reagiu ao IPCA-15 de julho, que avançou 0,06%, abaixo da expectativa de alta de 0,21%.
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Siga o Times | CNBCA inflação mais fraca ampliou as apostas de que o Comitê de Política Monetária poderá dar sequência ao ciclo de redução da Selic. Juros menores diminuem a diferença entre as taxas brasileiras e as praticadas no exterior, o que pode reduzir a atratividade dos ativos locais para investidores estrangeiros.
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No mercado internacional, a moeda americana perdeu força diante das principais divisas, com investidores reavaliando as chances de uma alta dos juros pelo Federal Reserve.
A queda do petróleo reduziu parte das preocupações com a inflação nos Estados Unidos e enfraqueceu as expectativas de uma postura mais dura do banco central americano.
O índice DXY, que compara o dólar com uma cesta de seis moedas fortes, recuava 0,14%, aos 101,389 pontos.
O euro avançava 0,13%, a US$ 1,1387, enquanto a libra recuava 0,03%, a US$ 1,3288.
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