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Ouro dispara mais de 2% em meio a incertezas comerciais e queda do dólar
Publicado 23/02/2026 • 16:22 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 23/02/2026 • 16:22 | Atualizado há 1 hora
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Ouro e prata
O ouro fechou em forte alta nesta segunda-feira (23), marcada por alta volatilidade. Tradicional porto seguro dos investidores, o metal encerrou as negociações avançando 2,85%, cotado a US$ 5.225,6 por onça-troy. O movimento foi acompanhado pela prata, que saltou 5,14%, atingindo US$ 86,57.
A combinação de novas tarifas nos EUA, decisões judiciais de impacto e a escalada de tensões no Oriente Médio criou a “tempestade perfeita” para a valorização desses ativos.
O rali dos metais nesta sessão foi sustentado por três pilares principais: primeiro, o protecionismo americano: o anúncio de uma tarifa global de 15% feito pelo presidente Donald Trump aumentou as incertezas sobre o comércio internacional, enquanto uma decisão da Suprema Corte dos EUA limitou os poderes de emergência do presidente em disputas comerciais, gerando cautela entre parceiros globais.
Segundo, o risco geopolítico no Líbano e no Irã: o Departamento de Estado dos EUA ordenou a retirada de funcionários não essenciais da embaixada em Beirute, e o risco iminente de uma ação militar envolvendo o Irã afastou investidores de ativos de risco, como ações, direcionando-os para o ouro. Terceiro, a queda do dólar: a desvalorização da moeda americana tornou ouro e prata mais baratos para investidores que utilizam outras divisas, aumentando a demanda global.
Após uma correção no final do mês passado, o ouro demonstrou resiliência ao se manter acima da média móvel de 50 dias, e o rompimento do limite superior da faixa atual sugere que o rali tem fôlego para continuar.
Atualmente, o ouro está cotado a US$ 5.225,60, com próximo alvo entre US$ 5.285 e US$ 5.310 e suporte de curto prazo em US$ 4.950, enquanto a prata está em US$ 86,57. Segundo Soojin Kim, analista do MUFG, “a recuperação é sustentada pelas tensões geopolíticas, preocupações com ativos tradicionais e os riscos crescentes no Oriente Médio”.
Com a quebra de resistências técnicas, o mercado observa se o ouro buscará a marca histórica de US$ 5.300, e qualquer nova sinalização de escalada militar no Líbano ou desdobramentos sobre as tarifas de Trump deve atuar como combustível para novas altas.
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