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Ouro estende sequência de altas com incertezas geopolíticas
Publicado 22/01/2026 • 16:34 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/01/2026 • 16:34 | Atualizado há 3 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta nesta quinta-feira (22) pela terceira sessão consecutiva e estendeu o rali acima da marca de US$ 4.800,00 por onça-troy, impulsionado pelo ambiente de incertezas em relação à Groenlândia, apesar do presidente norte-americano, Donald Trump, ter retirado a ameaça de novas tarifas contra países europeus por conta da ilha do Ártico.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 1,57%, a US$ 4.913,40 por onça-troy (R$ 26.384,96, na cotação atual). Já a prata para março avançou 4,03%, a US$ 96,37 por onça-troy (R$ 517,51).
No início da manhã, o metal precioso registrou leve queda diante da sinalização de distensão entre os Estados Unidos e a Europa, após Trump dizer que as tarifas programadas para entrar em vigor em 1º de fevereiro não seriam aplicadas. A perspectiva geopolítica sobre o Ártico também melhorou, em repercussão ao anúncio de uma estrutura para acordo futuro referente à Groenlândia.
No entanto, durante a tarde, o primeiro-ministro da ilha que pertence à Dinamarca, Jens-Frederik Nielsen, mencionou que existem limites inegociáveis para a região e negou ter conhecimento sobre quaisquer detalhes do esboço de acordo alcançado por Trump e pelo secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte. “Não sei o que há de concreto sobre esse acordo com os EUA“, disse.
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Em análise, o Swissquote Bank destaca que a alta do ouro mostra que os investidores estão “céticos” em relação ao cenário, enquanto o Goldman Sachs elevou a projeção do ouro até o fim do ano para US$ 5.400,00 por onça-troy (R$ 28.998,00), maior do que os US$ 4.900,00 por onça-troy esperados anteriormente. A expectativa é a mesma para o UBS.
Também nesta quinta-feira, na ponta macroeconômica, a leitura da inflação PCE em linha com o esperado não alterou as apostas do mercado em relação aos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
De acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group, as apostas são para uma manutenção dos juros em janeiro e divisão para o horizonte até dezembro, de reduções até a faixa de 3,25% a 3,50% e 3,0% a 3,25%. Cortes nos juros costumam beneficiar o ouro.
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