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Bolsas da Europa fecham em alta com possível alívio de tensões com EUA
Publicado 22/01/2026 • 15:53 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/01/2026 • 15:53 | Atualizado há 3 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (22), em alívio após o presidente dos EUA, Donald Trump recuar de ameaças comerciais contra aliados do continente.
A redução das tensões ligadas à Groenlândia ajudou a recompor o apetite por risco, favorecendo setores mais sensíveis ao comércio exterior, enquanto investidores também ajustaram posições à luz de novos dados econômicos e da próxima reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,12%, a 10.150,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,28%, a 24.876,24 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,99%, a 8.148,89 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,36%, a 45.091,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,37%, a 17.678,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,70%, a 8.604,45 pontos. As cotações são preliminares.
O anúncio de um “arcabouço” de acordo envolvendo a Groenlândia reduz riscos imediatos, diz o ING, mas ressalta que o mercado ainda carece de mais detalhes e tende a voltar a focar em fatores macro, sobretudo com a proximidade da reunião do Fed, no fim do mês.
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Entre as ações, as montadoras se destacaram, beneficiadas pela suspensão das tarifas, com a Volkswagen avançando pouco mais de 6% em Frankfurt (atingindo € 142,50, ou R$ 855,00, na cotação atual). A Deutsche Börse subiu cerca de 4% após anunciar acordo para a aquisição da Allfunds por 5,3 bilhões de euros (R$ 31,8 bilhões), movimento visto por analistas do JPMorgan como positivo para os resultados já no primeiro ano.
Na ponta negativa, papéis do setor de defesa voltaram a ceder, caso de Rheinmetall e Leonardo, com quedas de cerca de 3,4% e 3,1%, respectivamente, em meio à leitura de menor risco geopolítico. Em Londres, ações ligadas a metais ficaram sob pressão, com mineradoras — cujo subíndice cedeu por volta de 0,5% — registrando quedas em um dia de ajuste do ouro, que recuou para US$ 4.810 a onça-troy (R$ 25.829,70).
Nos EUA, dados econômicos divulgados ao longo do dia reforçaram um pano de fundo considerado construtivo, ao indicar crescimento ainda resiliente da atividade e inflação sob controle relativo. Ferramenta de monitoramento do CME Group mostra que o mercado segue com expectativa concentrada para um primeiro corte de juros apenas em junho (2026) no país.
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