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Ouro fecha em queda com alívio em sentimento de risco, mas sobe pela 9ª semana seguida
Publicado 17/10/2025 • 15:49 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 17/10/2025 • 15:49 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
O ouro fechou em queda nesta sexta-feira (17), após atingir máxima histórica e quase tocar a marca de US$ 4.400 (cerca de R$ 24.024,00, na cotação atual) por onça-troy durante a manhã.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em queda de 2,12%, a US$ 4.213,30 (R$ 22.564,52) por onça-troy, após ter atingido o valor inédito de US$ 4.392,00 (R$ 23.963,52) por onça-troy.
O metal perdeu força depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outras autoridades americanas aliviaram temores sobre o crédito bancário e tensões comerciais entre China e EUA, o que favoreceu uma recuperação do sentimento de risco em Wall Street.
Apesar da baixa diária, o ouro avançou pela nona semana consecutiva.
A prata encerrou em baixa de 5,98%, a US$ 50,10 (R$ 273,55) por onça-troy. Na variação semanal, os metais registraram alta de 5,32% (ouro) e 6,04% (prata).
O ouro iniciou a sessão em alta, ainda impulsionado pelas preocupações com empréstimos no setor bancário dos EUA, segundo o banco ING. Além disso, o ANZ destacou que as apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) também deram suporte ao metal.
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Durante a manhã, no entanto, o ouro inverteu sinal e passou a cair, à medida que investidores reagiram à fala mais conciliadora de Trump sobre as tarifas à China, ao afirmar que as tarifas massivas não permaneceriam por muito tempo.
Segundo o trader Tai Wong, em entrevista à CNBC, a fala “aliviou a tensão” na negociação do metal. Investidores também acompanharam declarações do gestor Bill Gross, que recomendou “cautela” na compra do ativo.
Apesar do recuo, o ouro registrou a nona semana consecutiva de ganhos, o melhor desempenho desde setembro de 2008, segundo a Reuters.
Para analistas do ANZ, a expectativa é de que o metal atinja o patamar de US$ 4.600 (R$ 25.116,00) por onça-troy no meio de 2026.
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