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Petróleo fecha em alta com Venezuela no radar
Publicado 08/01/2026 • 18:01 | Atualizado há 17 horas
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Publicado 08/01/2026 • 18:01 | Atualizado há 17 horas
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Bomba de petróleo
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta de mais de 3% nesta quinta-feira (8), tentando reaver parte das perdas recentes, enquanto investidores monitoram as tensões geopolíticas globais e aguardam a divulgação do payroll (relatório de emprego) dos Estados Unidos na sexta-feira (9).
O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 3,16% (US$ 1,77), a US$ 57,76 o barril (aproximadamente R$ 310,75, na cotação atual). Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), subiu 3,39% (US$ 2,03), a US$ 61,99 o barril (R$ 333,51).
O presidente dos EUA, Donald Trump, e assessores de seu governo estão planejando uma iniciativa abrangente para dominar a indústria petrolífera venezuelana nos próximos anos, incluindo certo controle na empresa estatal do país, a Petróleos de Venezuela SA (PdVSA), segundo fontes do Wall Street Journal.
O plano em discussão envolveria os EUA adquirindo e comercializando a maior parte da produção da PdVSA, com o objetivo declarado de reduzir os preços globais do petróleo para a casa dos US$ 50. Diversos executivos do setor petrolífero (incluindo os CEOs da ExxonMobil, ConocoPhillips e representantes da Chevron) participarão de uma reunião com o republicano na sexta-feira.
Ainda assim, os mercados de energia parecem amplamente “indiferentes e pouco impressionados” com as últimas intervenções de Washington, diz o Julius Baer, já que as exportações de petróleo da Venezuela são pequenas demais para que uma interrupção completa importe no atual ambiente de oferta abundante.
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O TD Securities, porém, aponta que as incertezas sobre as exportações do país latino-americano podem pressionar a oferta de óleo transportado por via marítima no curto prazo.
Em paralelo, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse nesta quinta-feira que planeja se reunir com autoridades dinamarquesas na próxima semana, após a administração Trump reafirmar a intenção de assumir o controle da Groenlândia, ilha rica em recursos naturais e estratégica para a segurança nacional no Ártico.
No campo macroeconômico, as atenções estão voltadas ao principal relatório de emprego dos EUA, conhecido como payroll. Para dezembro, os analistas esperam a criação de 60 mil empregos no mês. Este dado é crucial para as apostas sobre se o Federal Reserve (Fed) manterá ou cortará os juros na reunião de janeiro.
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