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Com setor de defesa, bolsas da Europa fecham em alta
Publicado 08/01/2026 • 15:57 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 08/01/2026 • 15:57 | Atualizado há 10 meses
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Bolsas de Nova York
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira (8), com o rali dos papéis do setor de defesa em destaque após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedir um orçamento maior para o setor do seu país. Além disso, as tensões em relação à Groenlândia persistem.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,04%, a 10.044,69 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,01%, a 25.125,91 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,12%, a 8.243,47 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve variação de 0,09%, a 8.486,79 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,33%, a 17.654,70 pontos. O FTSE MIB avançou 0,25% em Milão, a 45.671,70 pontos. As cotações são preliminares.
O foco continua na geopolítica. Os EUA e a Dinamarca se reunirão na próxima semana para discutir a Groenlândia. “O governo Trump manteve a ameaça de uma intervenção militar como uma possibilidade, embora ainda exista pouco desse risco precificado pelos mercados”, avalia o Wells Fargo.
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Líderes europeus reagiram contra as intenções de Trump, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, minimizou a ameaça de uma invasão, afirmando que Trump queria “comprar” a Groenlândia. O chefe da Casa Branca defendeu um aumento de 50% nos gastos militares dos EUA para US$ 1,5 trilhão (aproximadamente R$ 8,07 trilhões, na cotação atual) em 2027.
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Siga o Times | CNBCEm meio às tensões, o índice Stoxx Europe Aerospace and Defense subia 1,03%. A Renk avançou 2,9%, a Leonardo ganhou 2,02%, enquanto a Rheinmetall subiu 1,2%.
No cenário macroeconômico, as encomendas à indústria na Alemanha aumentaram inesperadamente em novembro, em contraste com previsões da FactSet que apontavam queda no comparativo mensal.
“O aumento foi impulsionado principalmente por pedidos massivos de produtos metálicos e veículos militares/de transporte. A demanda está forte, crescendo significativamente tanto entre compradores domésticos quanto entre clientes internacionais na zona do euro”, explica Zain Vawda, analista da Oanda.
Enquanto isso, o Índice de Preços ao Produtor (PPI) da zona do euro para novembro acelerou no comparativo mensal, mas registrou queda anual, em linha com as expectativas.
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