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Powell diz que incerteza sobre tarifas afeta PIB dos EUA, mas inflação segue trajetória de queda
Publicado 18/06/2025 • 15:56 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 18/06/2025 • 15:56 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Federal Reserve / Flickr
O presidente do Fed Powell responde às perguntas dos repórteres na coletiva de imprensa do FOMC
Durante entrevista coletiva após a decisão do Federal Reserve de manter os juros nos Estados Unidos entre 4,25% e 4,50% ao ano, o presidente do banco central americano, Jerome Powell, afirmou nesta quarta-feira (18) que a economia do país segue resiliente, apesar da incerteza elevada provocada pelas tarifas comerciais. A expectativa é de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,4% em 2025 e 1,6% em 2026, abaixo das projeções anteriores.
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Powell destacou que o desemprego permanece em níveis baixos e que o mercado de trabalho continua forte, não sendo atualmente um fator de pressão sobre a inflação. No entanto, reconheceu que o índice de preços permanece acima da meta de 2%, com o PCE (indicador preferido do Fed) acumulando alta de 2,3% nos 12 meses encerrados em maio. Já o núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 2,6% no mesmo período.
Segundo Powell, o aumento recente das expectativas de inflação de curto prazo reflete a influência das tarifas anunciadas pelo governo. A mediana das projeções do Fed indica inflação de 3% em 2025, caindo para 2,4% em 2026 e 2,1% em 2027. O presidente do Fed reforçou que a política monetária será ajustada conforme os dados econômicos, a evolução das perspectivas e o balanço de riscos.
A declaração ocorre em meio à pressão do presidente Donald Trump por cortes mais agressivos nos juros. Powell, por sua vez, reiterou que as decisões do Fed são orientadas exclusivamente por dados técnicos e não por pressões políticas.
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