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O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi (à esquerda), tira uma foto em grupo com líderes de empresas de IA, incluindo o CEO da OpenAI, Sam Altman (ao centro), e o CEO da Anthropic, Dario Amodei (à direita), na Cúpula de Impacto da IA, em Nova Délhi, em 19 de fevereiro de 2026.

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Tarifas do Trump

Índia adia visita comercial a Washington após mudança na tarifa dos EUA, diz fonte à CNBC

Publicado 22/02/2026 • 12:05 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Tarifa global de 15% dos EUA altera acordo provisório e adia visita comercial da Índia a Washington
  • Decisão da Suprema Corte derruba tarifas anteriores e força revisão estratégica nas negociações Índia-EUA
  • Mudança na política de tarifa dos EUA substitui taxa de 25% prevista para cair a 18% e redefine cenário bilateral

Foto de JIM WATSON / AFP

A cúpula da OCX defendeu o acordo nuclear iraniano de 2015 e cobrou cessar-fogo em Gaza, condenando ações militares em Israel e Gaza.

A Índia decidiu adiar a visita de seus negociadores comerciais a Washington, prevista para esta semana, após a mudança na política de tarifa dos Estados Unidos. A informação foi confirmada à CNBC por uma fonte com conhecimento do assunto.

O movimento ocorre depois que a Suprema Corte dos Estados Unidos considerou ilegais as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump com base em outra legislação. Horas depois da decisão, Trump invocou a Seção 122 do Trade Act de 1974 para impor uma tarifa global de 10%, posteriormente elevada para 15%.

Segundo a fonte, a reunião “será remarcada em data mutuamente conveniente”. Índia e EUA avaliam que o encontro deve ocorrer após ambos os lados analisarem os desdobramentos e seus impactos.

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Tarifa de 25% poderia cair para 18%

O principal negociador indiano, Darpan Jain, e sua equipe iniciariam uma rodada de três dias de conversas com autoridades americanas, incluindo o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.

Antes da decisão da Suprema Corte, a Índia enfrentava uma tarifa recíproca de 25%, que seria reduzida para 18% após um acordo interino firmado no início do mês. O comunicado conjunto de 6 de fevereiro previa a possibilidade de revisão de compromissos caso qualquer das partes alterasse suas tarifas.

Com a nova tarifa global de 15%, o cenário mudou. Na prática, a Índia, assim como outros países, deve enfrentar o adicional de 15% somado às tarifas de nação mais favorecida, que costumam variar entre 2% e 3%, segundo analistas.

Estratégia sob revisão

Desde o anúncio do acordo interino, os dois países vinham realizando reuniões virtuais para definir os próximos passos. O encontro presencial desta semana era visto como etapa anterior à finalização do texto legal do acordo.

O ministro do Comércio da Índia, Piyush Goyal, havia indicado que o acordo interino poderia ser assinado em março e implementado em abril.

Analistas afirmam que a base das negociações que levariam à tarifa de 18% estava ancorada em premissas que deixaram de existir após a mudança na política americana. Com isso, ambos os lados terão de revisar suas estratégias diante do novo quadro tarifário.

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