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Mesmo com novas negociações, tarifas dos EUA sobre a China não serão alteradas, diz secretário do Comércio
Publicado 11/06/2025 • 13:34 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 11/06/2025 • 13:34 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
As tarifas dos Estados Unidos sobre produtos importados da China não sofrerão alterações, mesmo após a realização de novas negociações comerciais entre Washington e Pequim. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (11) pelo secretário de Comércio norte-americano, Howard Lutnick.
Em entrevista à CNBC, Lutnick afirmou que “definitivamente” as tarifas permanecerão nos níveis atuais. O posicionamento veio após questionamentos sobre possíveis mudanças nas taxas impostas pelo governo dos EUA ao país asiático.
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Mais cedo, o presidente Donald Trump publicou em sua rede social Truth Social que os encargos chegariam a 55%. No entanto, segundo um funcionário da Casa Branca ouvido pela emissora americana, esse número não representa uma novidade. Ele é, na verdade, a soma das tarifas já aplicadas: 30% de forma geral e 25% sobre produtos específicos.
A declaração de Trump aconteceu poucas horas depois do encerramento das negociações de alto nível entre autoridades comerciais das duas maiores economias do mundo, realizadas em Londres.
O presidente afirmou que o acordo está “concluído”, mas ainda depende da aprovação final entre ele e o presidente chinês, Xi Jinping.
Na publicação, Trump também informou que as tarifas chinesas sobre produtos dos EUA continuarão em 10%, percentual estabelecido desde o mês passado, quando ambos os países decidiram reduzir temporariamente as tarifas retaliatórias durante negociações em Genebra.
Outro ponto citado pelo presidente norte-americano foi o compromisso da China em fornecer “imediatamente” terras-raras e ímãs completos aos Estados Unidos, como resultado das conversas realizadas na capital britânica.
Por fim, Trump declarou que pretende trabalhar em parceria com Xi Jinping para ampliar o acesso de produtos americanos ao mercado chinês.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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