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UE planeja taxa fixa de 2 euros para pequenas encomendas de fora do bloco
Publicado 20/05/2025 • 16:23 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 20/05/2025 • 16:23 | Atualizado há 1 ano
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A UE anunciou nesta terça-feira (20) que se prepara para impor uma taxa fixa de 2 euros (US$ 2,25) sobre os bilhões de pacotes de baixo valor que chegam ao bloco a cada ano, a grande maioria proveniente da China.
O chefe de comércio exterior, Maros Sefcovic, disse ao Parlamento Europeu que as plataformas de comércio eletrônico deverão pagar a taxa por pacote, o que visa ajudar a União Europeia a enfrentar os desafios do fluxo massivo de itens de baixo custo.
A taxa removeria o status de isenção alfandegária de pacotes com valor inferior a 150 euros importados diretamente para os consumidores, muitas vezes por meio de plataformas como a Temu e a Shein, de origem chinesa.
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Encomendas enviadas diretamente para armazéns onde são armazenadas na UE enfrentariam uma taxa menor, de 50 centavos, disse Sefcovic.
No ano passado, 4,6 bilhões desses pequenos pacotes entraram na UE — mais de 145 por segundo — com 91% originários da China. A UE espera que os números aumentem.
Plataformas, incluindo Shein e Temu, são suspeitas por Bruxelas de não fazerem o suficiente para impedir a venda de produtos que não atendem aos padrões europeus.
A UE também teme que muitos dos produtos importados para o bloco de 27 países sejam inseguros, falsificados e potencialmente perigosos para os consumidores.
Sefcovic disse que o número representa um “desafio completamente novo para o controle, para a segurança e para garantir que os padrões dos produtos enviados para a União Europeia sejam devidamente verificados”.
Varejistas europeus afirmam enfrentar concorrência desleal de plataformas estrangeiras, que, segundo eles, frequentemente não cumprem as rigorosas regras da UE sobre produtos.
Sefcovic observou a “enorme” carga de trabalho dos funcionários da alfândega, “portanto, eu não consideraria a taxa de manuseio um imposto, mas simplesmente uma taxa para compensar o custo”.
Bruxelas também espera que parte da receita da taxa seja destinada ao orçamento da UE.
Paris está especialmente preocupada com a questão: cerca de 800 milhões desses pacotes foram enviados somente para a França no ano passado.
No mês passado, a França afirmou que queria começar a cobrar de vendedores online de fora da UE uma taxa de manuseio por pacote até 2028 — após o qual a UE deverá eliminar gradualmente o status de isenção alfandegária.
Shein e Temu não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da AFP.
Os Estados Unidos encerraram as isenções tarifárias no início deste mês para mercadorias enviadas da China com valor inferior a US$ 800, que passarão a ter uma taxa de 54%.
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