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Trump afirma que EUA devem “terminar o trabalho” no Irã
Publicado 11/03/2026 • 18:45 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/03/2026 • 18:45 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Casa Branca/Daniel Torok
Em um pronunciamento carregado de retórica nacionalista e focado na demonstração de força militar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quarta-feira (11) que as forças americanas não deixarão o Oriente Médio até que a ameaça representada pelo regime de Teerã seja completamente neutralizada.
Falando para apoiadores e funcionários da empresa Verst Logistics, em Hebron, Kentucky, o republicano defendeu a continuidade da Operação Epic Fury, afirmando que o objetivo é evitar que futuras administrações herdem um conflito mal resolvido.
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“Nós não vamos sair cedo, não é? Nós temos que terminar o trabalho, certo?”, indagou Trump à plateia, reforçando que o país não pode contar com a sorte de ter “presidentes competentes” no futuro para lidar com a questão.
O presidente detalhou o impacto dos últimos 11 dias de incursões militares, alegando que as capacidades defensivas e ofensivas do Irã foram severamente degradadas. Segundo Trump, a força aérea iraniana foi “totalmente destruída”, os sistemas de radar e antiaéreos foram eliminados e o estoque de mísseis e drones do país sofreu baixas superiores a 85%.
Trump revelou detalhes sobre a escolha do nome da operação atual e relembrou a missão Midnight Hammer, que, segundo ele, foi responsável por “obliterar” o potencial nuclear do Irã. No entanto, justificou a nova ofensiva alegando que o regime tentou se reerguer, o que exige uma resposta definitiva para que os EUA não precisem retornar à região “a cada dois anos”.
No âmbito naval, o presidente destacou a eficiência das forças americanas no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que as tropas neutralizaram 58 embarcações de guerra e 31 navios lançadores de minas em um curto período. Trump chegou a brincar sobre a letalidade das armas utilizadas, mencionando que sugeriu o uso de tecnologias aplicadas no combate ao narcotráfico para interceptar as ameaças iranianas no mar.
Conectando a guerra aos interesses domésticos, Trump celebrou o acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE) para a liberação recorde de 400 milhões de barris de petróleo. A medida, segundo ele, visa derrubar os preços dos combustíveis para as famílias americanas enquanto o conflito é finalizado.
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