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Exportações de petróleo pelo Estreito de Ormuz podem nunca voltar aos níveis pré-guerra com o Irã
Atualizações do dia – 31/05/2026
Gastos com defesa, a posição da China na região Ásia-Pacífico e os impactos da guerra na Ucrânia estiveram entre os temas centrais do Diálogo Shangri-La 2026, promovido pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) em Singapura. O evento reuniu, entre 29 e 31 de maio, líderes mundiais, autoridades de defesa e executivos do setor. Saiba mais
A bandeira de Israel foi hasteada sobre o histórico Castelo de Beaufort, no sul do Líbano, enquanto as forças israelenses ampliavam sua ofensiva terrestre na região neste domingo (31). A tomada da fortaleza medieval ocorreu em meio à emissão de novas ordens de evacuação para civis e ao avanço das tropas para áreas mais profundas do território libanês. Saiba mais
O fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra envolvendo o Irã está levando governos e empresas europeias a reavaliar a dependência energética do continente e pode acelerar investimentos em um combustível sustentável para aviação produzido inteiramente na Europa. Saiba mais
O tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz pode não retornar aos níveis pré-guerra, mesmo que os EUA e o Irã cheguem a um acordo. O tráfego marítimo no Mar Vermelho, por exemplo, despencou no início de 2024 devido aos ataques dos militantes houthis. Dois anos depois, o tráfego ainda não retornou aos níveis anteriores. Os armadores terão que ponderar o risco de novos conflitos no Golfo Pérsico e as consequências de cooperar com o Irã. Saiba mais.
O mercado global de petróleo enfrenta uma nova realidade após a guerra contra o Irã: as exportações pelo Estreito de Ormuz dificilmente retornarão aos patamares considerados normais antes do conflito. Armadores agora precisam avaliar o risco de novos combates no volátil Golfo Pérsico. Saiba mais
Atualizações do dia – 30/05/2026
O presidente Trump afirmou na sexta-feira que tomaria uma decisão final sobre um possível acordo com o Irã. A guerra foi marcada por um mercado de ações em alta, mesmo com muitos americanos sofrendo impactos econômicos devido aos altos preços da energia. Esse aumento da desigualdade representa um desafio para os republicanos nas eleições de meio de mandato e para ambos os partidos a longo prazo. Saiba mais.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o fortalecimento militar da China gera preocupação na região do Pacífico, mas ressaltou que a estratégia americana não tem como objetivo ampliar tensões ou promover confrontos. Durante o Diálogo Shangri-La, em Singapura, o integrante do governo de Donald Trump defendeu um equilíbrio de poder na Ásia e voltou a cobrar maior participação dos aliados nos esforços de defesa. As declarações foram respondidas pelo ministro da Defesa da Austrália, Richard Marles, que reiterou a importância da ordem internacional baseada em regras para a estabilidade global. Saiba mais.
O Kataeb Hezbollah, uma das principais facções armadas do Iraque, afirmou que continuará suas operações e descartou abrir mão de seu arsenal, apesar da pressão dos Estados Unidos para que grupos apoiados pelo Irã sejam desarmados. A declaração ocorre enquanto o governo iraquiano tenta concentrar o controle das armas nas mãos do Estado e em meio às exigências de Washington por medidas mais duras contra milícias pró-Irã. O grupo também sinalizou disposição para assumir armamentos de outras facções e colaborar na gestão de arsenais considerados estratégicos. Saiba mais.
Autoridades de Omã emitiram um alerta de segurança após a identificação de um objeto flutuante suspeito de ser uma mina naval no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte global de petróleo. O aviso ocorre em meio ao aumento das tensões no Golfo e às preocupações com a navegação na região, responsável pelo escoamento de cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo. No mesmo dia, a Guarda Revolucionária do Irã informou que 20 embarcações cruzaram o estreito nas últimas 24 horas sob coordenação de sua força naval. Saiba mais.
O Parlamento iraniano deve votar um projeto que transforma em lei permanente a gestão compartilhada do Estreito de Ormuz por Irã e Omã, reforçando a posição de Teerã sobre uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. A iniciativa surge em meio às negociações entre Irã e Estados Unidos para encerrar o conflito no Oriente Médio e ocorre após novas divergências públicas entre os dois governos sobre o futuro da passagem marítima. Um assessor do líder supremo iraniano acusou o presidente Donald Trump de dificultar os esforços diplomáticos ao manter o bloqueio naval e adotar uma postura considerada rígida nas negociações. Saiba mais.