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Trump manda investigar democratas por suposta extorsão após derrota nas eleições
Publicado 07/11/2026 • 16:44 | Atualizado há 18 minutos
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Publicado 07/11/2026 • 16:44 | Atualizado há 18 minutos
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Foto: rawpixel.com
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (7) que determinou ao Departamento de Justiça a abertura de uma investigação sobre supostas ameaças feitas por democratas a integrantes do governo e a financiadores do Partido Republicano. A acusação foi divulgada depois da vitória da oposição nas eleições legislativas de terça-feira (3), que lhe garantiu o controle da Câmara e do Senado a partir de janeiro.
Em publicação na Truth Social, Trump classificou como criminosas as pressões que atribui aos adversários e exigiu uma apuração imediata. “Por meio desta declaração, ordeno ao Departamento de Justiça que investigue este ato criminoso imediatamente”, escreveu. Segundo o presidente, autoridades estariam sendo ameaçadas com impeachment e prisão, embora, em sua avaliação, não tenham cometido infrações que justifiquem essas medidas.
O republicano também acusou os democratas de intimidar doadores de seu partido por causa de suas posições políticas. “Isso é extorsão da pior espécie, e eles devem ser responsabilizados por isso”, afirmou. Trump disse que líderes da oposição enviaram cartas com ameaças a pessoas que considera inocentes, mas não revelou quem seriam os responsáveis nem apresentou provas das acusações.
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As declarações surgem em meio à perspectiva de maior fiscalização parlamentar sobre a Casa Branca. Com a nova composição do Congresso, os democratas poderão conduzir investigações sobre decisões e integrantes do governo, além de discutir eventuais iniciativas de impeachment.
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Siga o Times | CNBCNa quinta-feira (5), os deputados democratas Hank Johnson, da Geórgia, e Deborah Ross, da Carolina do Norte, defenderam a abertura de um processo de impeachment contra Blanche. O episódio antecedeu a manifestação de Trump nas redes sociais.
O presidente também direcionou críticas à senadora democrata Elissa Slotkin, de Michigan, acusando-a de querer perseguir jovens apoiadores republicanos. A fala remete a uma controvérsia de outubro, quando Slotkin defendeu apurações sobre possíveis irregularidades cometidas por integrantes do governo. Em evento na Universidade de Chicago, ela sustentou que a fiscalização deveria alcançar Trump e pessoas que viabilizaram suas ações.
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Na segunda-feira (2), Trump já havia afirmado ao New York Post que poderia conceder perdões preventivos a membros de sua administração, caso julgasse necessário. A possibilidade foi mencionada antes da mudança de maioria no Legislativo.
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