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UE prepara aplicação provisória do acordo Mercosul mesmo após revés no Parlamento
Publicado 23/01/2026 • 12:50 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/01/2026 • 12:50 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução/Portal Gov
Acordo UE-Mercosul
A União Europeia (UE) sinalizou que está disposta a avançar com a aplicação provisória do amplo acordo de livre comércio com o Mercosul, apesar da decisão do Parlamento Europeu de encaminhar o tratado à Corte Europeia de Justiça para revisão legal – o que pode atrasar a ratificação por meses ou até mais de um ano.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse nesta sexta-feira que o bloco está pronto para ativar o acordo “assim que pelo menos um país do Mercosul o ratificar”, destacando o interesse em aplicar os benefícios do pacto o quanto antes.
Nenhuma decisão formal foi tomada ainda, mas líderes europeus – incluindo o presidente do Conselho da UE, António Costa – afirmaram que a Comissão tem autoridade para prosseguir com a implementação provisória mesmo em meio ao impasse político.
Leia também: Acordo UE-Mercosul: Parlamento Europeu rejeita moção de censura contra von der Leyen
A votação do Parlamento Europeu na quarta-feira foi apertada e resultou na remessa do acordo ao Tribunal de Justiça, um movimento que pode adiar a ratificação por até dois anos.
A UE negocia o tratado com os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – assinado após cerca de **25 anos de negociações, visando eliminar mais de 90% das tarifas sobre produtos que vão de carne bovina a automóveis e criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.
Países como Alemanha pressionam por uma aplicação rápida do acordo, argumentando que ele pode impulsionar o crescimento econômico europeu e reduzir dependência comercial de mercados como os Estados Unidos e a China.
Por outro lado, economias como a França se opõem, citando preocupações com o impacto sobre setores agrícolas domésticos e defendendo mais proteções.
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