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‘Alemanha está pagando o preço’: Carlo Pereira analisa o erro estratégico europeu ao abandonar a energia nuclear
Publicado 11/03/2026 • 23:20 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 11/03/2026 • 23:20 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
O cenário de instabilidade no Oriente Médio e a pressão sobre o abastecimento global de petróleo e gás trouxeram de volta o debate sobre a segurança energética.
Segundo Carlo Pereira, especialista em sustentabilidade e notável do Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, o abandono da fonte nuclear por nações europeias foi um equívoco que agora cobra seu preço. Ele destaca que, embora a opinião pública alemã seja historicamente contrária, as consequências econômicas são inevitáveis.
Carlo pontua: “A Alemanha está pagando o preço, e reconhecer ali o erro é importante”.
A análise reforça que a dependência de combustíveis fósseis externos, como o gás que deixou de vir do Qatar, projeta uma explosão nos custos de energia. Pereira observa que a retomada dessa matriz não é imediata, exigindo um planejamento de longo prazo que pode levar até duas décadas.
Citando a postura da presidente da Comissão Europeia, ele concorda com a visão de que a decisão de desativar usinas foi um erro estratégico: “Um erro vai se repetindo com o gás que não está vindo do Catar e que vai fazer com que os preços explodam de energia“.
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Siga o Times | CNBCNos Estados Unidos, o movimento de inovação é liderado pela empresa de Bill Gates, que conta com aportes do governo americano e de gigantes como a Nvidia. O projeto foca em reatores de fissão nuclear inovadores, diferentes dos modelos antigos que apenas aqueciam água. Carlo explica que o foco atual está em “micro, mini reatores nucleares”, tecnologias muito mais sofisticadas e seguras.
Ele ressalta a importância dessa inovação para a estabilidade econômica: “O que ele está fazendo é por conta muito da questão geopolítica e pensando em preço também, que tem influência muito grande da geopolítica daquele momento, não só da questão da segurança, mas na questão econômica também.”
No contexto brasileiro, a discussão foca na necessidade de uma “energia de base” para evitar crises recorrentes no sistema elétrico. Carlo Pereira ressalta que o Brasil ainda possui uma dependência externa considerável, importando cerca de 30% do diesel. Ele defende que os pequenos reatores podem atuar como uma forma de armazenamento e estabilidade para a matriz nacional.
O especialista conclui: “O que falta pra nós é uma energia de base. O que sempre tivemos como nossa bateria sempre foram os reservatórios de hidrelétrica, mas não acho que houve uma nova crise hídrica, acredito que a de 2015 veio e nunca passou“;
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