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UE reforça controle nas fronteiras sobre importações de fórmula infantil tóxica
Publicado 25/02/2026 • 10:12 | Atualizado há 1 hora
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A União Europeia impôs controles mais rígidos nas fronteiras sobre as importações de um ingrediente utilizado em fórmula infantil proveniente da China, após ele ter sido apontado como a origem de um grande alerta de contaminação, segundo texto publicado na quarta-feira (25).
A União Europeia impôs controles mais rígidos nas fronteiras sobre as importações de um ingrediente utilizado em fórmula infantil proveniente da China, após ele ter sido apontado como a origem de um grande alerta de contaminação, segundo texto publicado na quarta-feira (25).
A toxina cereulida, que pode causar náusea e diarreia, foi detectada pela primeira vez em dezembro em lotes de fórmula que continham óleo de ácido araquidônico, desencadeando recolhimentos de produtos em dezenas de países.
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A suspeita é de que a morte de três bebês esteja ligada ao consumo da fórmula infantil recolhida na França, onde as autoridades abriram uma investigação.
A Comissão Europeia informou, em seu Jornal Oficial, que era “necessário estabelecer um nível mais elevado de controles oficiais e condições especiais em relação à importação de remessas de óleo de ácido araquidônico provenientes da China”.
As remessas que entrarem no bloco vindas da China precisarão apresentar um certificado oficial comprovando que foram testadas e consideradas livres da toxina cereulida.
Para contemplar envios que possam já ter deixado a China, a Comissão afirmou que, nos próximos dois meses, metade das remessas que chegarem ao bloco a partir do país asiático deverá passar por inspeção física.
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Fabricantes, incluindo gigantes europeias como Nestlé, Danone e Lactalis, recolheram fórmulas em mais de 60 países, incluindo vários Estados-membros da UE, desde dezembro.
Duas agências da UE afirmaram na semana passada que o risco de exposição agora é baixo.
Ao justificar a medida, a Comissão declarou que investigações subsequentes mostraram que o ácido originário da China e utilizado na fabricação do leite em pó “constitui a fonte da contaminação”.
“Esses elementos fornecem evidências de que o óleo de ácido araquidônico importado da China provavelmente representa um risco grave para a saúde humana”, afirmou.
A UE não citou nenhuma empresa, mas a companhia chinesa Cabio Biotech passou a ser alvo de escrutínio como fornecedora do ingrediente suspeito de estar contaminado.
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