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Vitória de Fernandez na Costa Rica coloca investidores em alerta para rumo institucional e econômico
Publicado 02/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 02/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Marvin Recinos/AFP
A vitória da candidata conservadora Laura Fernandez nas eleições gerais da Costa Rica neste domingo (1), inaugura um novo ciclo político no país e passa a ser acompanhada de perto por investidores, empresas e organismos multilaterais atentos ao ambiente institucional e econômico da região.
Com a maior parte das urnas apuradas, Fernandez superou o patamar necessário para evitar um segundo turno e seu partido, o Sovereign People’s Party, deve conquistar cerca de 30 das 57 cadeiras do Congresso, uma maioria simples que amplia a capacidade de articulação legislativa do próximo governo. Aliada do atual presidente Rodrigo Chaves, ela afirmou que pretende manter linhas centrais da política de segurança e integrar membros do governo atual à nova administração.
A criminalidade foi o principal tema da campanha, em um contexto de aumento dos homicídios durante a atual gestão. Fernandez prometeu endurecer o combate ao narcotráfico, adotar estados de emergência em áreas consideradas críticas e concluir a construção de um presídio de segurança máxima inspirado no modelo do presidente de El Salvador, Nayib Bukele.
Especialistas de centros de pesquisa como o Atlantic Council avaliam que a ênfase no discurso de “lei e ordem” reflete uma tendência observada em outros países da América Latina, onde o tema da segurança pública tem sido central em disputas eleitorais recentes.
Críticos da nova presidente levantaram preocupações sobre possíveis reformas constitucionais e mudanças no equilíbrio entre os Poderes. A ex-presidente Laura Chinchilla e o ex-chefe de Estado Óscar Arias afirmaram que a atuação da oposição no Congresso será relevante para preservar os mecanismos de controle institucional.
Durante a campanha e após a divulgação dos resultados, Fernandez declarou que pretende governar dentro do marco democrático e que não promoverá medidas autoritárias, embora tenha defendido alterações em regras políticas e administrativas.
No campo econômico, o novo governo assume em um contexto misto: indicadores recentes mostram redução da pobreza, mas o país continua entre os mais desiguais da América Latina e registra custo de vida elevado. Esses fatores moldam o debate sobre políticas fiscais, investimentos públicos e reformas estruturais.
Para o mercado, o foco estará na condução econômica e na previsibilidade regulatória do próximo governo, em especial em áreas como:
Com uma maioria parlamentar relevante, a nova administração terá condições de avançar em sua agenda legislativa. Ao mesmo tempo, a comunidade financeira acompanha como as propostas de segurança e eventuais reformas institucionais serão implementadas e quais efeitos terão sobre a percepção de risco e o ambiente de negócios.
O principal ponto de observação para os próximos meses será se o novo governo conseguirá combinar combate à criminalidade e reformas administrativas com manutenção da estabilidade política e econômica que historicamente caracterizou a Costa Rica. investidores estrangeiros, bancos multilaterais e agências de risco.
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