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Warner Music Group e Bain Capital anunciam fundo de US$ 1,2 bilhão para compra de catálogos musicais
Publicado 01/07/2025 • 19:40 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 01/07/2025 • 19:40 | Atualizado há 12 meses
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Warner Music
Canva Images.
A Warner Music Group e a Bain Capital anunciaram a criação de uma joint venture para aquisição de catálogos musicais. O investimento pode alcançar até US$ 1,2 bilhão, abrangendo obras de música gravada e publicações. O acordo foi estruturado com participações iguais de capital das duas empresas.
O Goldman Sachs e o Fifth Third Bank atuarão como coordenadores líderes na estruturação financeira da joint venture. Já a gestão das atividades de marketing, distribuição e administração ficará sob responsabilidade da Warner Music Group.
De acordo com as companhias, a iniciativa pretende oferecer a artistas e compositores oportunidades de preservar e ampliar o alcance de seus catálogos. A proposta prevê aquisição conjunta dos direitos e operação combinada entre as duas organizações.
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“Artistas e compositores icônicos escolhem a WMG para expandir seus legados e apresentar sua arte a novas gerações por meio de campanhas impactantes e inovadoras. Ampliar nossa expertise e infraestrutura global com a capacidade financeira e a crença da Bain Capital na música fará de nós o destino preferencial para os catálogos mais renomados”, disse Robert Kyncl, CEO da Warner Music Group, em comunicado à imprensa.
“Conteúdos musicais atemporais continuam no centro do entretenimento do consumidor. A gestão responsável desses catálogos nunca foi tão importante, pois artistas e compositores merecem apoio para valorizar suas obras, ao mesmo tempo em que oferecem aos fãs novas e empolgantes colaborações.
A Warner Music Group, com seus amplos recursos criativos e cultura de parcerias, é a parceira ideal para a Bain Capital nesse trabalho de crescimento e proteção da música icônica mundial”, afirmou Angelo Rufino, sócio da Bain Capital, também em comunicado.
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Siga o Times | CNBCO lançamento da joint venture ocorre em um cenário de mudanças no comportamento do público, impulsionadas pelo crescimento do streaming e por tecnologias que apresentam obras clássicas a novas audiências, disse a Warner.
Segundo as empresas, a combinação da infraestrutura da Warner Music Group e dos recursos financeiros da Bain Capital busca posicionar o fundo como referência para artistas e detentores de acervos musicais.
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