Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Eli Lilly decepciona em teste de medicamento para obesidade, e ações despencam em NY
Publicado 08/08/2025 • 00:05 | Atualizado há 7 meses
Preço do petróleo dispara e ultrapassa US$ 100 por barril
Trump diz que não vai assinar nenhuma lei até Congresso aprovar projeto eleitoral
Profissões manuais ganham força como “blindagem” contra a IA e atraem nova geração de trabalhadores
Preços da energia cairão quando os EUA destruírem capacidade do Irã de atacar petroleiros no Estreito de Ormuz, diz Wright
CEO da OpenAI diz aos funcionários que “decisões operacionais” das forças armadas cabem ao governo
Publicado 08/08/2025 • 00:05 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Divulgação/Eli Lilly
Sede da Eli Lilly, em North Carolina, nos EUA
As ações da Eli Lilly despencam no pregão, após a divulgação de resultados nada excepcionais de um novo estudo sobre uma pílula experimental contra a obesidade que pode se tornar um sucesso de vendas.
O medicamento ajudou pessoas a perder até cerca de 12% do peso corporal após mais de um ano de tratamento. Os resultados podem abrir caminho para que a alternativa à injeção chegue ao mercado no próximo ano, mas a magnitude ficou aquém das expectativas de Wall Street.
Espera-se que o comprimido, orforglipron, se torne um sucesso de vendas se os órgãos reguladores o aprovarem. Analistas do Morgan Stanley afirmaram que, em seu cenário otimista, o uso do medicamento para obesidade e diabetes poderia gerar vendas anuais de até US$ 40 bilhões (cerca de R$ 218,24 bilhões, na cotação atual) até 2033.
No entanto, os resultados dos últimos ensaios clínicos podem diminuir um pouco esse entusiasmo. A magnitude da perda de peso ficou aquém do que alguns analistas previam: 13% a 15% ou mais.
A pílula Lilly é uma das duas que podem chegar ao mercado dentro de um ano ou mais. A Novo Nordisk solicitou aprovação regulatória para uma versão em pílula antiobesidade de seus medicamentos Ozempic e Wegovy, que podem estar disponíveis até o final deste ano.
Os medicamentos “GLP-1” que se tornaram populares nos últimos anos para perda de peso, incluindo o Mounjaro e o Zepbound da Lilly, são injetáveis semanalmente. A Lilly, a Novo Nordisk e outras empresas estão desenvolvendo versões em comprimidos porque, segundo elas, alguns pacientes não gostam de injeções, e a fabricação de comprimidos tem certas vantagens em relação à produção de medicamentos injetáveis.
Nesta quinta-feira, a Lilly anunciou que agora espera uma receita entre US$ 60 bilhões (R$ 327,6 bilhões) e US$ 62 bilhões (R$ 338,5 bilhões), bem como um lucro ajustado por ação entre US$ 21,75 (R$ 118,76) e US$ 23 (R$ 125,58).
Anteriormente, a empresa previa uma receita entre US$ 58 bilhões (R$ 316,7 bilhões) e US$ 61 bilhões (R$ 333,1 bilhões) e um lucro entre US$ 20,78 (R$ 113,47) e US$ 22,28 (R$ 121,64) por ação, em base ajustada.
Às 13h30 (horário de Brasília), as ações da Eli Lilly recuavam 14,07% em Nova York.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Bovespa terá novo horário de negociação a partir de hoje com ajuste ao horário de verão dos EUA
2
Exclusivo: após suspender lançamento no Rio, Keeta promove demissão em massa
3
ChatGPT-5.4 chega como a IA mais prática do mercado, não a mais brilhante
4
ESPECIAL: Ligações de Vorcaro e André Esteves denunciam lado sujo nunca antes revelado no Banco Central
5
Preço do petróleo dispara e ultrapassa US$ 100 por barril